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Governo dos EUA deve divulgar arquivos da investigação do caso Epstein nesta sexta

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos deve divulgar os arquivos de investigação sobre o caso Jeffrey Epstein nesta sexta-feira (18). O bilionário, que tinha proximidade com políticos e famosos, foi condenado por abusar de menores e operar uma rede de exploração sexual.
Em novembro, o Congresso dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que determina que o governo libere as informações sobre a investigação. O texto foi sancionado pelo presidente Donald Trump.
O Departamento de Justiça informou que não irá divulgar todos os arquivos na íntegra, já que parte do material pode conter investigações ordenadas por Trump sobre figuras democratas associadas a Epstein.
A identidade de todas as vítimas de tráfico sexual cujos nomes constem nos documentos também será protegida.
A lei permite q

Trecho do livro Lolita escrito no corpo de mulher faz parte de fotos do espólio de Jeffrey Epstein — Foto: Comissão de Supervisão da Câmara dos EUA / Divulgação
Os democratas do Comitê de Supervisão da Câmara dos Estados Unidos divulgaram 68 novas fotos obtidas do acervo de Jeffrey Epstein nesta quinta-feira (18), um dia antes do prazo final para que o governo Trump divulgue os arquivos completos da investigação sobre o bilionário.
Em cinco das imagens – o acervo completo tem 95 mil -, uma jovem seminua aparece com trechos do livro “Lolita”, de Vladimir Nabokov, escrita em diferentes partes do corpo. O romance trata da obsessão de um homem por uma menina de 12 anos e do abuso sexual que ela sofre dela.
Mulher com frases do livro Lolita escritas pelo corpo — Foto: Comissão de Supervisão da

Placas com descrições sobre os presidentes dos EUA são adicionadas pelo governo Trump abaixo dos respectivos retratos na Casa Branca em 17 de dezembro de 2025. — Foto: AP Photo/Alex Brandon
Donald Trump institucionalizou o bullying contra seus antecessores, afixando placas com insultos e descrições pejorativas aos retratos da sua “Calçada Presidencial da Fama”, inaugurada em setembro numa parede da Casa Branca.
Com a popularidade em baixa, o presidente americano opta por desviar a atenção de problemas econômicos e de uma política externa errática para atacar os demais ocupantes da Casa Branca.
Em tom de escárnio e com imprecisões, o mural se assemelha às postagens de Trump nas redes sociais: é desrespeitoso e remodela a sede do poder americano à imagem do atual presidente. As placas detona

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