Hiperautomação: onde estão os maiores ganhos de eficiência?

Empresas de diferentes setores vêm ampliando investimentos em automação e IA para reduzir custos, aumentar a produtividade e responder mais rapidamente às mudanças do mercado. No entanto, transformar esses investimentos em resultados concretos ainda é um desafio para a maioria das organizações.
Segundo a McKinsey, 92% das empresas pretendem aumentar os investimentos em inteligência artificial nos próximos três anos, mas apenas 1% afirma ter alcançado um estágio de maturidade em que a IA está integrada aos fluxos de trabalho e gera impacto significativo no negócio.
É nesse contexto que a hiperautomação ganha protagonismo. Mais do que automatizar tarefas isoladas, ela integra processos, sistemas, dados e pessoas para criar uma operação mais inteligente, rastreável e eficiente.
Combinando int
Qual a importância da acessibilidade quando falamos sobre tecnologia? Para mim, não existe avanço sem inclusão.
Dados recentes apresentados pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (NIST) mostram que a taxa de erro de um sistema de reconhecimento facial pode ser de 1% entre pessoas na faixa dos 20 anos e chegar a 5% entre aquelas com 70 anos ou mais.
Tomando como base o último Censo, em 2022 o Brasil tinha 30.936.186 pessoas entre 20 e 29 anos e 14.292.869 pessoas com 70 anos ou mais. Em um cenário hipotético no qual cada pessoa fosse submetida uma vez ao reconhecimento facial, entendemos que 1% de erro entre os brasileiros de 20 a 29 anos representa cerca de 309 mil falhas, enquanto 5% entre as pessoas com 70 anos ou mais representaria aproximadamente 715 mil fal
Caricatura mostra a morte recolhendo suas vítimas durante “O Grande Fedor” de Londres — Foto: DW/public domain
É verão em Londres, e o rio fede. Tanto que a população mal conseguem respirar. Quem pode, foge da cidade. Os que ficam embebem as cortinas em cloreto de cal para afastar os maus odores; ao sair às ruas, pressionam lenços contra o nariz. Nas palavras de um jornal local, “quem já respirou esse mau cheiro uma vez nunca o esquecerá e pode se considerar feliz se sobreviver a ele”.
O ano é 1858. Há semanas, as temperaturas permanecem acima dos 30 ºC, e nenhuma gota de chuva refresca a cidade superaquecida. Não há água vinda do céu para levar embora a sujeira do rio Tâmisa. A artéria vital de Londres transformou-se em uma cloaca, uma mistura turva e lamacenta de excrementos humanos e an
A crise de combustíveis na Rússia tem provocado longas filas diárias nos postos de gasolina — Foto: Getty Images/BBC
Se você quiser entender como a crise de combustíveis atinge a Rússia, basta passar um dia dirigindo por Moscou, a capital do país. Em praticamente todos os postos de gasolina por onde a BBC passou havia filas de carros e caminhões. Algumas eram longas, outras curtas; algumas mal andavam, enquanto outras avançavam aos poucos.
Quando não havia fila, era porque o posto tinha ficado sem combustível e estava fechado.
Vale lembrar: esta é Moscou, a rica e populosa capital russa que concentra boa parte dos recursos do país. Mesmo ali, as autoridades não conseguem garantir gasolina e diesel suficientes para manter os motoristas abastecidos.
Nas filas, havia mais frustração do que re
Lorena Laya diante das ruínas do edifício OPP 27, em La Guaira, onde moravam seu pai, sua madrasta e seus irmãos — Foto: Arquivo pessoal
Lorena Laya se mudou para a cidade de La Guaira para procurar seu pai, sua madrasta e seus irmãos, após os dois terremotos que abalaram a Venezuela em 24 de junho.
“Mudar” é uma forma de explicar a rotina que ela adotou nas últimas três semanas: permanecer alerta ao lado da escavadeira que remove os escombros durante o dia e depois dormir na casa de seu avô paterno à noite.
Ela só volta para sua casa, na capital Caracas, quando precisa de roupas limpas.
“Estamos aqui desde que a máquina liga até que ela desliga”, diz a jovem de 24 anos, de um canto onde seu celular volta a ter sinal, longe do barulho das máquinas e sob a sombra de uma árvore que ameniza o
Fontes
- https://olhardigital.com.br/2026/07/19/colunistas/hiperautomacao-onde-estao-os-maiores-ganhos-de-eficiencia/
- https://olhardigital.com.br/2026/07/19/colunistas/reconhecimento-facial-e-idosos-quem-a-tecnologia-deixa-de-enxergar/
- https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/07/19/como-o-grande-fedor-impulsionou-uma-revolucao-do-saneamento-em-londres.ghtml
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/19/escassez-de-combustivel-afeta-a-russia-mas-sera-suficiente-para-fazer-putin-mudar-de-estrategia-na-ucrania.ghtml
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/19/terremotos-na-venezuela-a-jovem-que-se-recusa-a-abandonar-os-escombros-onde-estao-os-corpos-de-seus-familiares.ghtml
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