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Irã propõe permitir que navios saiam com segurança pelo lado de Omã de Ormuz

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O Irã poderia deixar os navios navegarem livremente pelo lado de Omã do Estreito de Ormuz sem risco de ataque, de acordo com as propostas oferecidas nas negociações com os Estados Unidos, desde que um acordo seja fechado para evitar um novo conflito, disse uma fonte informada por Teerã.
A proposta pareceu ser mais um gesto do que uma medida que, por si só, ofereceria um avanço imediato para centenas de navios que aguardam para passar pela importante hidrovia, que movimenta cerca de 20% dos fluxos mundiais de petróleo e gás natural liquefeito.
A fonte, que não quis ser identificada devido à sensibilidade do assunto, disse que o Irã poderia estar disposto a permitir que os navios usassem o outro lado do estreito em águas de Omã sem qualquer impedimento de Teerã.
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O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que as Forças Armadas americanas estão “prontas para retomar o combate se o Irã não aceitar um acordo”.
Em uma coletiva de imprensa no Pentágono, o secretário de Trump fez provocações ao Irã. Disse que o país afirma ter o controle do Estreito de Ormuz, porém não tem mais Marinha, que Hegseth alega ter sido completamente destruída durante os ataques dos EUA e Israel.
O secretário também afirmou que manterá o bloqueio militar no estreito, que entrou em vigor na segunda-feira (13), “pelo tempo que for necessário”.
“Nossas forças estão posicionadas para reiniciar as operações de combate caso o Irã faça uma escolha ruim e não aceite um acordo. Vocês, Irã, podem escolher um futuro próspero e esperamos que o façam pelo povo iraniano

Ex-presidente do BRB é preso; saiba quem é ele e qual a relação com o banco Master
A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (16/04) o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, em investigação relacionada ao banco Master.
Segundo a PF, a prisão faz parte da quarta fase da Operação Compliance Zero, que apura esquema de lavagem de dinheiro para o pagamento de vantagens indevidas que teriam sido destinadas a agentes públicos.
Uma fonte confirmou à BBC News Brasil que Costa foi um dos detidos. Uma nota divulgada pela polícia aponta ainda que foi cumprido outro mandado de prisão preventiva, além de sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo.
A prisão do ex-dirigente do banco estatal foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal

A Polícia Federal (PF) acredita que a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa levará às conexões políticas por trás das operações fraudulentas do Master com o banco público e a tentativa de compra do banco de Daniel Vorcaro.
Investigadores avaliam que as negociações entre as duas instituições financeiras foram precedidas de contatos de políticos ligados aos dois lados.
Paulo Henrique Costa, preso nesta quinta-feira (16), começou sua carreira no sistema financeiro como técnico da Caixa, passando depois a ocupar cargos de destaque a partir de suas relações com políticos do Centrão. Foi nomeado a partir dessas conexões para presidir o BRB.
Segundo as investigações, políticos do Centrão teriam conversado com o ex-presidente do BRB para que ele fechasse as operaç

PF aponta R$ 140 milhões em propinas para ex-presidente do BRB
Investigadores afirmam que Paulo Henrique Costa recebeu valores do Master para autorizar compra de R$ 12 bilhões em “créditos podres”; executivo foi preso nesta 5ª feira
Ao pedir a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília Paulo Henrique Costa, a Polícia Federal apontou que houve o pagamento de R$ 140 milhões em propinas pelo Banco Master. O executivo teria sido o responsável por autorizar a compra de R$ 12 bilhões em “créditos podres” do Master pelo BRB.
Segundo os investigadores, há indícios de um sistema de pagamento de propina e lavagem de dinheiro a partir da compra de imóveis de luxo. A PF afirma que Daniel Monteiro, advogado ligado ao fundador do Master, Daniel Vorcaro, era o responsável por intermediar o repasse dos

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