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Japão reforma monarquia, mas ainda exclui mulheres da sucessão

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O Parlamento do Japão aprovou neste mês a primeira grande revisão das leis de sucessão imperial do país, em uma tentativa de lidar com o risco de que o último jovem herdeiro do sexo masculino não tenha um filho.
Pela legislação japonesa, apenas homens da linhagem paterna podem se tornar imperador. Além disso, mulheres da família imperial são obrigadas a deixar a Casa Imperial ao se casarem com plebeus.
O imperador Naruhito, que ascendeu ao trono em 2019, e sua esposa, a imperatriz Masako, têm uma única filha: a princesa Aiko, de 24 anos, nascida em 2001. Pelo sistema atual, ela não pode herdar o trono.
Em vez disso, o irmão mais novo de Naruhito, o príncipe Akishino (também conhecido como Fumihito), é considerado o príncipe herdeiro. O filho de Akishino, o príncipe Hisahito, é o segundo na

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