Notícia

Jogadoras iranianas que ficaram na Austrália após Copa da Ásia recebem cidadania australiana

Por Publicado Atualizado

Jogadoras iranianas que ficaram na Austrália após Copa da Ásia recebem cidadania australiana

Ao final do ano passado, cinco jogadoras de futebol iranianas receberam asilo na Austrália após não retornarem ao Irã. Após esse período, elas foram concedidas a nacionalidade australiana em uma cerimônia realizada nesta quinta-feira (6).

Contexto

A Copa da Ásia de Futebol Feminino, que ocorreu na Austrália no início do ano passado, trouxe à tona a situação complexa das jogadoras iranianas. Após o evento, cinco dessas atletas não seguiram com as demais para seu país, pedindo asilo e ganhando apoio da diplomacia australiana.

Repercussão

A decisão de conceder a cidadania foi anunciada pelo Ministro Tony Burke durante uma cerimônia onde foram premiadas as jogadoras por seu contributo social. As cinco atletas, que não tiveram seus nomes divulgados, permanecerão na Austrália e poderão continuar suas carreiras esportivas com a proteção do governo local.

O que vem agora

Ao receberem a cidadania australiana, as jogadoras entram para uma lista crescente de refugiados iranianas que se estabeleceram na Austrália. Este caso, no entanto, é único por envolver profissionais do esporte e ganhar destaque internacional.

Ao longo dos últimos anos, a situação de direitos humanos nas mulheres no Irã tem sido motivo de controvérsias internacionais. A decisão da Austrália de conceder asilo às jogadoras reflete uma posição mais aberta em relação à questão das mulheres iranianas.

As futuras ações incluem a integração social e esportiva dessas atletas na comunidade australiana, além da possibilidade de representar o país em competições internacionais no futuro. O ministério informou que as jogadoras passarão por uma transição suave para se adaptarem à nova realidade.

Fontes

1. G1 Mundo

Fontes

Fontes:
  • —

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.