Justiça dos EUA barra indenização para preso que deixou cabelo crescer por 20 anos e foi algemado para ter a cabeça raspada

Damon Landor antes e depois de ter o cabelo cortado na prisão — Foto: US Supreme Court
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta terça-feira (23) que um preso rastafári cujos dreadlocks chegavam aos joelhos não pode processar funcionários penitenciários para pedir indenização após ter o cabelo cortado à força na prisão.
Damon Landor queria processar agentes do Departamento de Correções da Luisiana por violação da liberdade religiosa.
A Luisiana reconheceu que o tratamento dado a Landor foi “antitético à liberdade religiosa” e mudou as regras sobre a aparência dos detentos. Mesmo assim, argumentou que a legislação federal não permite cobrar indenizações de funcionários estaduais processados individualmente.
A Suprema Corte concordou com esse entendimento por 6 votos a 3. Os três juíz
Fontes
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