Mapa de Risco: Por que a eleição na Hungria interessa ao Brasil e ao bolsonarismo

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A eleição na Hungria, que acontece no próximo domingo (12), tem chamado atenção fora da Europa não apenas pelo risco eleitoral enfrentado por Viktor Orbán, mas também pelo tipo de modelo político que ele construiu e que passou a ser citado como referência em outros países, incluindo o Brasil.
Para o analista político da Real Time Big Data, Bruno Soller, o interesse de setores da direita brasileira pelo caso húngaro não é casual.
“Orbán vira uma referência porque ele mostra que é possível concentrar poder sem romper formalmente com a democracia. Você continua tendo eleição, continua tendo instituições, mas com um redesenho que favorece quem está no governo”, afirmou durante participação do Mapa de Risco Internacional, programa de política do InfoMoney.
Segundo ele, esse ponto é
Delegações dos Estados Unidos e do Irã vão se reunir no Paquistão na sexta-feira (10) para negociar um fim definitivo da guerra entre os dois países —o conflito também envolve Israel, aliado dos EUA.
A reunião foi anunciada pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que atua como mediador do conflito.
“Tenho o prazer de anunciar que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América, juntamente com seus aliados, concordaram com um cessar-fogo imediato em todos os lugares, incluindo o Líbano e outros, com efeito imediato”, disse Sharif, em um comunicado publicado nas redes sociais.
Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, e o chanceler do Irã, Abbas Araqchi, o acordo de não agressão terá uma validade de duas semanas. Durante o período, o Estreito de Ormuz permanecerá ab
A trégua provisória ocorre mais de um mês após EUA e Israel lançarem ataques coordenados contra o Irã — Foto: Getty Images via BBC
Irã e Estados Unidos concordaram com um cessar-fogo condicional de duas semanas, durante o qual o tráfego marítimo será permitido pelo estreito de Ormuz, via por onde passavam cerca de 20% do petróleo global até ser fechada pelo governo iraniano em reação aos ataques americanos e israelenses.
O acordo de cessar-fogo foi fechado nesta terça-feira (7), mais de um mês após EUA e Israel lançarem ataques coordenados contra o Irã (iniciado em 28/2), e poucas horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada” caso o Irã não reabrisse o estreito de Ormuz.
O primeiro-ministro do
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta quarta (8) se a população do Rio de Janeiro irá ou não às urnas para determinar quem governará o Estado até o fim deste ano.
A crise política se aprofundou quando Cláudio Castro (PL) renunciou em 23 de março ao cargo de governador para tentar evitar ser cassado e declarado inelegível caso fosse condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a acusação de ter cometido abuso de poder político e econômico e captação ilícita de verbas para a campanha nas eleições de 2022.
Pela ordem natural, quem assumiria seria seu vice, Thiago Pampolha (União), eleito com Castro em 2022. Só que ele deixou o posto em maio do ano passado, ao tomar posse como conselheiro no Tribunal de Contas do Estado, e o Rio ficou sem um vice-governador desde então.
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Fontes
- https://www.infomoney.com.br/politica/mapa-de-risco-por-que-a-eleicao-na-hungria-interessa-ao-brasil-e-ao-bolsonarismo/
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/08/eua-ira-reuniao-sexta-paquistao-negociar-fim-da-guerra.ghtml
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/08/o-que-se-sabe-sobre-o-cessar-fogo-de-duas-semanas-entre-eua-e-ira.ghtml
- https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/04/08/por-que-rio-de-janeiro-pode-ter-duas-eleicoes-para-governador-neste-ano.ghtml
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