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María Corina Machado promete voltar à Venezuela e quer eleições

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(Reuters) – A principal líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, prometeu voltar para casa rapidamente, elogiando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por derrubar seu inimigo Nicolás Maduro e declarando que seu movimento está pronto para vencer uma eleição livre.
“Estou planejando voltar para a Venezuela o mais rápido possível”, disse Machado, 58 anos, advogada e mãe de três filhos que fugiu da Venezuela disfarçada em outubro para receber o Prêmio Nobel da Paz, que ela dedicou a Trump.
“Acreditamos que essa transição deve seguir em frente”, disse ela à Fox News em uma entrevista no final da segunda-feira. “Ganhamos uma eleição (em 2024) com uma vitória esmagadora em condições fraudulentas. Em eleições livres e justas, ganharemos mais de 90% dos votos.”
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Presidente interina da Venezuela Delcy Rodríguez, em foto de de março de 2025. — Foto: Reuters
Uma avaliação sigilosa da CIA apresentada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concluiu que lideranças leais ao presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, incluindo a agora presidente interina, Delcy Rodríguez, estavam mais bem posicionadas para manter a estabilidade se Maduro perdesse o poder, disseram duas fontes informadas sobre o assunto na segunda-feira (5).
As fontes, falando sob condição de anonimato, confirmaram uma reportagem exclusiva do ‘Wall Street Journal’.
Trump foi informado sobre o relatório e ele foi compartilhado com um pequeno grupo de sua equipe graduada de segurança nacional, disseram as fontes.
A avaliação foi uma das razões pelas quais Trump decidiu apoiar

María Corina Machado ganhou o Prêmio Nobel da Paz de 2025 — Foto: AFP via Getty Imagens, via BBC
“Ela é uma mulher muito simpática. Mas não tem o apoio nem o respeito do país.”
O que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no último sábado (3) sobre a líder da oposição venezuelana María Corina Machado surpreendeu e, em muitos círculos oposicionistas, desagradou.
Após dar detalhes sobre a prisão de Nicolás Maduro, Trump afirmou que os EUA irão administrar a Venezuela.
Menos ainda ao comando da oposição, representada principalmente por Corina Machado, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, e Edmundo González Urrutia, a quem muitos consideram o presidente eleito da Venezuela após as eleições de 28 de julho de 2024.
Nessas eleições, a oposição coletou 85% de cópias das atas de votação

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