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Netanyahu manobra para supervisionar comissão para investigar falhas do governo no massacre do Hamas que matou 1.200 em Israel

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Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante discurso no Parlamento em novembro de 2025. — Foto: Ohad Zwigenberg/AP
Benjamin Netanyahu postergou o quanto pôde a criação de uma comissão para apurar as falhas de segurança que resultaram no massacre do grupo terrorista Hamas em território israelense, em 7 de outubro de 2023, com 1.200 mortos.
Agora que a guerra em Gaza não serve mais como desculpa, o primeiro-ministro de Israel parece disposto a levar adiante o seu próprio formato de investigação: uma comissão de inquérito atrelada ao Parlamento e supervisionada por ele.
Aprovada na quarta-feira (24) numa primeira votação pelo Legislativo, a proposta disseminou a fúria e conseguiu unificar a fragmentada oposição, que engloba partidos de esquerda e direita, e os parentes das vítima

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