O efeito ICE: cresce a demanda por treinamento e porte de armas entre grupos progressistas nos EUA
Uma nova tendência já é detectável entre os grupos considerados progressistas nos EUA. A tradicional aversão às armas de fogo cede lugar à defesa da Segunda Emenda da Constituição, que protege o direito legal dos cidadãos de portar esses equipamentos —- postura geralmente alinhada aos conservadores.
A procura por aulas de instrução para obter a licença e pela compra de armas aumentou em Minneapolis desde que o governo federal mandou cerca de três mil agentes à cidade para caçar imigrantes. Os assassinatos de dois cidadãos americanos — Renee Good e Alex Pretti — intensificou o movimento, constatou Steven Rogers, dono de uma empresa de segurança.
“A maioria das pessoas tem medo do ICE. Há também aqueles que temem a violência generalizada”, ponderou ele à rede NBC.
Em alguns estabelecimentos,
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