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O país vizinho do Brasil onde empregados passaram a trabalhar menos e a ganhar mais (com desemprego na mínima histórica)

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Algumas empresas, como supermercados, passaram a fechar mais cedo na Colômbia — Foto: Jair F. Coll/Bloomberg via Getty Images
Enquanto o Brasil discute mudanças na sua jornada de trabalho, países vizinhos da América do Sul estão concluindo ou começando a implementação de leis aprovadas nos últimos anos que apontam para a mesma direção: trabalhar menos.
Diferentemente do Brasil, que discute a redução de 44 para 40 horas junto com o fim da escala 6×1, a Colômbia não estabeleceu a obrigatoriedade de ao menos duas folgas na semana.
Mas a redução das 48 para 42 horas, aprovada no governo de direita do ex-presidente Iván Duque (2018-2022), somou-se à reforma trabalhista aprovada em 2025, já no governo de esquerda de Gustavo Petro, que aumentou em 23,7% o salário mínimo no país e turbinou ganhos

Eduardo Bolsonaro condenado: como a imprensa internacional noticiou a decisão do STF
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão repercutiu na imprensa internacional.
A Primeira Turma do STF condenou Eduardo Bolsonaro de forma unânime por coação no curso do processo, um crime que ocorre quando alguém tenta intimidar, pressionar ou interferir em investigações ou ações judiciais.
A acusação é de que Eduardo articulou nos Estados Unidos retaliações do governo Donald Trump contra o Brasil e autoridades brasileiras para tentar impedir o julgamento do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP), por tentativa de golpe de Estado — ele acabou condenado em setembro e, no momento, cumpre pena em pris

Inglês que ia cruzar oceano com barco de 1 metro desiste e pede socorro
Durou pouco, bem pouco, a aventura do velejador inglês Andrew Bedwell, de 52 anos, que pretendia bater o recorde da travessia do Atlântico com o menor barco de todos os tempos: um micro veleiro com apenas 1,2 metro de comprimento
Sim, você leu direito: o barco dele tinha só pouco mais de 1 metro, menor que uma poltrona.
Menos de dois dias depois de partir do porto da cidade de St. John, na costa leste do Canadá, de onde pretendia navegar até a Inglaterra com sua caixinha de sapato flutuante — na qual não podia sequer dar um passo —, Bedwell pegou o rádio e pediu socorro à guarda costeira canadense, alegando “problemas técnicos” no seu micro barco.
A ajuda veio rápida. Até porque o inglês ainda estava bem perto da costa

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