Notícia

‘Obedeça ao sequestrador’: como o 11 de Setembro mudou o comportamento dos pilotos durante emergências em voo

Por Publicado Atualizado

A história da aviação comercial pode ser dividia entre antes e depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que completou 25 anos na última sexta-feira. Nenhum outro evento mudou tanto as regras do setor.
No dia da tragédia, a primeira aeronave atingiu a torre norte do World Trade Center às 8h46 da manhã em Nova York (9h46 em Brasília). Às 9h03, o segundo avião colidiu contra a torre sul do complexo.
Apenas 13 minutos depois, às 9h26, as autoridades do controle de tráfego aéreo dos EUA tomaram a decisão mais radical da aviação no país: determinaram um “ground stop” total, ou seja, que todos os aviões civis sob os céus do país deveriam pousar.
Às 12h16, o último dos cerca de 4.500 voos afetados finalmente pousou. Outros milhares de voos foram cancelados. As decolagens só voltar

Ministros do STF Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin — Foto: Reprodução
Em meio a uma crise sem precedentes, o Supremo Tribunal Federal (STF) viveu nesta sexta-feira (11) uma batalha de ofícios entre ministros.
Um ofício é um documento formal usado por ministros, gabinetes ou pela presidência da Corte para solicitar ou comunicar providências — ou para responder a pedidos.
– Perto do meio-dia, o ministro Alexandre de Moraes encaminhou ofício ao presidente da Corte, Edson Fachin, no qual cita uma “escolha seletiva” na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.
– A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao presidente do STF a retirada de sigilo de todos os documentos. A PGR argumentou que liberar apenas

Fontes

Fontes:
  • —

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.