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Países do Golfo fecham espaço aéreo após Irã atacar bases dos EUA

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Países do Golfo Pérsico fecharam seus espaços aéreos depois que o Irã mirou bases dos Estados Unidos em toda a península, em retaliação aos ataques contra Teerã mais cedo neste sábado.
A autoridade de aviação civil do Catar informou que o espaço aéreo do país foi temporariamente fechado, interrompendo na prática as operações da Qatar Airways, uma das maiores companhias aéreas internacionais.
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O príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlavi, classificou o ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel à nação islâmica como uma ‘intervenção humanitária’. Os países lançaram mísseis sobre a capital, Teerã, e outras partes do território durante a madrugada deste sábado, 28.
“Trata-se de uma intervenção humanitária; e seu alvo é a República Islâmica, seu aparato de repressão e sua máquina de matar; não o grande país e nação do Irã”, escreveu em uma publicação feita no X neste sábado, 28. Ainda segundo Pahlavi, o bravo povo do Irã está “muito perto da vitória final”.
Na mensagem, Pahlavi se dirige aos militares, policiais e forças de segurança do país, ao presidente Donald Trump e à população iraniana.
O príncipe herdeiro faz um apelo às para que as forças do país se “unam à nação”

A União Europeia incluiu em janeiro de 2026 a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) em sua lista de organizações terroristas. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, e é uma reposta à violenta repressão aos protestos que ocorreram no país.
“Quando se age como terrorista, deve-se ser tratado como terrorista”, destacou Kallas, criticando o papel desempenhando pela Guarda Revolucionária do Irã, a força militar de elite do Irã responsável por proteger o regime de ameaças internas e externas, na repressão às manifestações no país no último mês.
“O balanço de vítimas e os meios utilizados pelo regime são verdadeiramente aterrorizantes. Por isso é que enviamos a mensagem de que, quando se reprimem as pessoas, isso tem um preço e merece sançõe

A escalada militar entre Irã, Estados Unidos e Israel tem como pano de fundo uma disputa antiga: o programa nuclear iraniano. Após semanas de negociações para tentar limitar ou encerrar as atividades do país, americanos e israelenses lançaram neste sábado (28) um ataque coordenado contra o território iraniano.
📍Explosões foram registradas na capital Teerã e em ao menos outras quatro cidades. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o objetivo do ataque é destruir o programa nuclear iraniano e proteger o povo americano de ameaças.
“Nós garantiremos que o Irã não terá uma arma nuclear”, afirmou. “Sempre foi a política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que este regime

Os Estados Unidos e Israel lançaram, neste sábado (28), ataques em conjunto contra o Irã.
Segundo o presidente norte-americano, o objetivo é “defender o povo americano’ de “ameaças do governo iraniano’. Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país do Oriente Médio não “deve ter permissão para se armar com armas nucleares”.
Veja a repercussão internacional da ofensiva:
União Europeia
A líder da comissão europeia, Ursula von der Leyen classifiou os ataques como “extremamente preocupantes”.
“Garantir a segurança nuclear e prevenir quaisquer ações que possam escalar ainda mais as tensões ou comprometer o regime global de não proliferação é de importância crítica”, disse.
“Apelamos a todas as partes para que exerçam a máxima moderação, protejam os civis e respeitem

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