Para que serviu a guerra? A pergunta inevitável levantada pelo acordo entre EUA e Irã

Civis iranianos vivem sob a ameaça de ataques há meses — Foto: AFP via Getty Imagens, via BBC
O memorando de entendimento assinado pelos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Irã, Masoud Pezeshkian, deixou evidentes as consequências políticas, militares e econômicas da decisão mal calculada de atacar o Irã em 28 de fevereiro.
Os EUA, e por extensão Israel, sofreram uma derrota estratégica. O regime em Teerã enfrentou seu pior pesadelo: uma operação militar conjunta para incapacitá-lo ou destruí-lo conduzida pelos EUA, a potência mais forte do mundo, e por Israel, a superpotência do Oriente Médio. O regime não apenas sobreviveu. Ele saiu fortalecido.
Sua estratégia de bloquear o estreito de Ormuz — e com isso um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás, além de outros c
Datafolha divulga neste sábado nova pesquisa presidencial
No último levantamento publicado em 22 de maio, Lula aparecia com 47% no 2º turno contra 43% de Flávio Bolsonaro
O Datafolha divulgará neste sábado (20.jun.2026) uma nova pesquisa eleitoral para a corrida à presidência da República. O levantamento se baseia em 2.004 entrevistas de pessoas com 16 anos ou mais conduzidas entre 4ª feira (17.jun) e 6ª feira (19.jun). A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Na última pesquisa publicada em 22 de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderava o 1º turno com 40% das intenções de votos, seguido pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 31%. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) vinha em 3º com 4%, seguido do ex-governador de Minas Gerai
Fontes
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