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Parte da seleção feminina de futebol iraniana deixa a Austrália após ofertas de asilo

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À medida que o horário do voo se aproximava, cada uma delas foi levada à parte para se reunir sozinha com autoridades que explicaram, por meio de intérpretes, que elas poderiam optar por não retornar ao Irã.
Sete outras mulheres haviam aceitado anteriormente vistos humanitários que lhes permitem permanecer permanentemente na Austrália. Porém, uma das atletas mudou de ideia e decidiu voltar para casa.
“Na Austrália, as pessoas podem mudar de ideia”, disse o Ministro do Interior australiano, Tony Burke. Horas antes, ele havia postado fotos das sete mulheres que receberam vistos humanitários em suas redes sociais.
“Infelizmente, ao tomar essa decisão, ela foi aconselhada por suas colegas e pelo técnico a entrar em contato com a embaixada iraniana e ser buscada”, disse ele Burke anteriormente.

Míssil de fragmentação iraniano explode sobre Israel em 5 de março de 2026 — Foto: Dylan Martinez/Reuters
As forças militares de Israel têm acusado o regime iraniano de usar mísseis de fragmentação nos ataques contra seu território desde o início da guerra.
Normalmente restritivas quanto à divulgação de informações sobre ataques e danos causados pelo Irã, as autoridades israelenses têm buscado, nos últimos dias, conscientizar o público sobre os perigos dessas bombas, que podem permanecer no solo mesmo após civis deixarem seus abrigos.
Pelo menos três pessoas morreram, incluindo duas em um canteiro de obras no centro de Israel na terça-feira (10).
Em junho de 2025, durante a guerra dos 12 dias entre Israel e Irã, Israel já havia denunciado o uso desse tipo de munição por Teerã.
Israel, por

Em meio à discussão sobre recentes casos de violência contra a mulher, a Câmara dos Deputados possui ao menos 36 projetos de lei que tratam sobre misoginia em tramitação.
A maioria das propostas está parada à espera de distribuição para alguma comissão da Casa ou de parecer dos relatores.
🔎O termo misoginia é usado para descrever ódio, desprezo ou preconceito direcionado às mulheres por causa do gênero.
Os textos tratam de temas como o combate à incitação à violência contra a mulher, a desmonetização ou remoção de conteúdos ligados a grupos “red pills” nas redes sociais e a tipificação criminal de teorias misóginas.
Levantamento feito pela Globonews indentificou que, entre as propostas, 33 são assinadas por parlamentares mulheres.
A mais antiga delas, apresentada pela deputada Erika Kokay

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