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Petróleo: saiba como a crise no Estreito de Ormuz beneficia os negócios do Brasil

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Plataforma destinada ao Sistema de Produção do Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Desde o início da guerra no Irã e das repetidas ameaças ao Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica por onde passa aproximadamente 20% do petróleo mundial, o mercado petrolífero entrou em uma nova era de incerteza.
Os preços dispararam, os Estados buscam garantir seus suprimentos e diversos produtores de petróleo tentam lucrar com essa instabilidade. Entre eles está o Brasil.
O gigante sul-americano está emergindo como uma alternativa ao petróleo do Golfo. Seu petróleo offshore, extraído na costa atlântica, evita as rotas de navegação ameaçadas do Oriente Médio.
Essa posição geográfica, em tempos de crise, torna-se uma vantagem estratégica. “É perfeitamente

Preços do petróleo disparam após ataque do Irã a Israel
Brent subiu 4,25%, cotado a US$ 97,34 o barril, e o WTI chegou a US$ 94 na madrugada desta 2ª feira (8.jun)
Os preços do petróleo dispararam depois de o Irã ter lançado mísseis contra Israel no domingo (7.jun.2026). Este é o 1º ataque direto iraniano contra o território israelense desde o anúncio do cessar-fogo em abril, embora a trégua tenha sido violada em algumas ocasiões. No último sábado (6.jun), Israel realizou ataques em Beirute, capital do Líbano, tendo como alvo o grupo extremista Hezbollah.
Na madrugada desta 2ª feira (8.jun), por volta de 2h30 (horário de Brasília), o Brent estava em alta de 4,25%, cotado a US$ 97,34 o barril, e o WTI (West Texas Intermediate) subiu cerca de 4%, chegando a US$ 94.
Segundo o New York Times,

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