Presidente da Fifa diz que revogação de cartão vermelho de jogador dos EUA foi decisão ‘independente e autônoma’

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, se defendeu das críticas de interferência política na decisão que anulou o cartão vermelho dado ao jogador da seleção dos Estados Unidos Folarin Balogun, durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo, contra a Bósnia Herzegovina.
Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar que pediu para ele que a federação revisasse o cartão vermelho aplicado ao jogador, Infantino admitiu que recebeu um telefone de Trump, mas garantiu que não teve nenhum poder sobre a decisão tomada e que informou apenas que um processo legal estava em andamento no Comitê Disciplinar da federação.
“Os órgãos judiciais da Fifa são independentes, eles atuam de forma autônoma. (…) Eu leio as decisões do Comitê Disciplinar da Fifa quando são em
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (6) que pediu para a Fifa revisar o cartão vermelho aplicado ao jogador dos Estados Unidos Folarin Balogun, durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo, contra a Bósnia Herzegovina.
Questionado sobre o tema em uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, Trump disse que não considerou justa a falta marcada pelo árbitro “horrível” e se rebateu as acusações de interferência política na competição.
O árbitro da partida foi o brasileiro Raphael Claus.
🔎 Após revisar o lance no VAR, Claus expulsou Balogun aos 18 minutos da etapa final. O atacante recebeu o cartão vermelho por um pisão no tornozelo de Muharemovic.
Leia abaixo a transcrição da resposta de Trump:
“Aquilo não foi falta. A
O legado mais cruel da fracassada geração de Neymar na TV
Neymar estreou na seleção em 2010. E foi às Copas de 2014 até 2026, em um total de 4 edições que não poderiam ser classificadas como históricas para o torcedor brasileiro.
Foi o grande nome do futebol nacional nesse período, apesar das idas e vindas com contusões e polêmicas dentro e fora de campo. Como qualquer grande protagonista, foi polarizador.
Curiosamente, desde que Neymar começou a defender a nação em Copas do Mundo, Galvão Bueno ensaia uma aposentadoria da cobertura da seleção. Desistiu da aposentadoria após os fracassos de 2014, 2018 e 2022. Mas parece que agora quer mesmo pendurar as chuteiras depois do papelão do escrete de Ancelotti em 2026.
Galvão narrou todas as Copas desde 1978 e, de certa maneira, ensinou diversas g
Vini Jr, outra vez, ficou na saudade do que ainda não viveu com a camisa da seleção. Craque, muito craque. Mas um craque a quem falta poder de liderança. Um craque incapaz de assumir seu lugar como figura central de um time sem figuras centrais que consigam inspirar e fazer circular afeto. Existe um motivo para isso, e ele me parece saltar aos olhos: Vini se submete ao poder de Neymar.
Essa é uma geração que, de forma quase total, se submete à liderança de Neymar. A masculinidade, ensina a antropóloga Rita Segato, é hierárquica. Funciona como uma corporação: com um macho alfa e outros machos que imitam, lambem e se submetem ao alfa. Casemiro, Raphinha, Vini, João Pedro e tantos outros precisam sempre deixar claro em entrevistas o que sentem por Neymar. Vini não pode, portanto, brilhar mais
Fontes
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/06/presidente-da-fifa-diz-que-revogacao-de-cartao-vermelho-de-jogador-dos-eua-foi-decisao-independente-e-autonoma.ghtml
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/06/video-veja-o-que-trump-disse-sobre-cartao-vermelho-e-arbitro-brasileiro.ghtml
- https://www.uol.com.br/splash/colunas/chico-barney/2026/07/06/o-legado-mais-cruel-da-fracassada-geracao-de-neymar-na-tv.htm
- https://www.uol.com.br/esporte/colunas/milly-lacombe/2026/07/06/vini-raphinha-casemiro-a-geracao-sem-personalidade-e-sem-rumo.htm
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