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Prisão de Sarkozy reacende debate sobre justiça na França antes de recurso de Le Pen

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A sentença de prisão do ex-presidente Nicolas Sarkozy aprofundou as divisões na França sobre a forma como os juízes lidam com irregularidades políticas, meses antes de a líder de extrema direita Marine Le Pen tentar anular uma condenação por peculato e concorrer a um cargo.
Um tribunal de Paris abalou a esfera política na quinta-feira ao condenar Sarkozy a cinco anos de prisão por conspiração criminosa, em tentativas de arrecadar fundos de campanha na Líbia. Ele em breve se tornará o primeiro presidente do país a ser preso após a guerra.
Ludovic Friat, presidente do USM, o maior sindicato que representa promotores e juízes franceses, disse que a decisão demonstrou que ninguém está acima da lei — mesmo que alguns possam questionar a motivação do tribunal.
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Manifestantes caminham por Washington D.C. em protesto pela morte de George Floyd, em maio de 2020 — Foto: Evan Vucci/AP
O FBI demitiu agentes que foram fotografados ajoelhando-se durante um protesto por justiça racial em Washington, nos Estados Unidos, após a morte de George Floyd em 2020, causada por policiais de Minneapolis.
As demissões são parte de uma série de dispensas promovidas pelo diretor da agência, Kash Patel, aliado do presidente Donald Trump.
As fotos mostravam um grupo de agentes ajoelhados durante uma das manifestações após o assassinato de Floyd, em maio de 2020. A morte dele provocou indignação generalizada e levou, naquele ano, a protestos por todo o país questionando a atuação policial e o racismo.
Segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters, o número de de

Caso do Brasil se destaca pela severidade das ações, mas governo americano já tentou interferir em processos contra aliados em outros países — Foto: Reuters/via BBC
A decisão dos Estados Unidos de sancionar a “rede de apoio do juiz brasileiro Alexandre de Moraes”, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), é o exemplo mais recente de como o governo de Donald Trump tem atacado ou tentado interferir no Poder Judiciário de outros países em processos envolvendo aliados.
No caso brasileiro, o governo americano vem adotando uma série de medidas desde o meio do ano em resposta ao que descreve como “perseguição” sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Neste mês, Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após perder a eleição de 2022

Exclusivo: os bastidores da crise que levou a Ambipar à beira do calote
A Ambipar, multinacional brasileira de serviços ambientais, chegou à beira da insolvência – incapacidade de cumprir seus compromissos – depois de um movimento financeiro ainda não totalmente explicado, que drenou o caixa da companhia em 48 horas.
De acordo com fontes com conhecimento da crise da empresa, um aditivo de um contrato de swap cambial de R$ 3 bilhões funcionou como rastilho para a crise de liquidez, e agora o caso é investigado internamente e por advogados contratados pela empresa.
O gatilho foi acionado em 18 de setembro, quando o então diretor financeiro João Daniel Arruda assinou o aditivo a um contrato de swap com o Deutsche Bank. O documento atrelava as garantias dadas ao cumprimento do contrato ao dese

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