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Protestos da geração Z: o que une jovens em diferentes países do mundo

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Manifestações lideradas por jovens da geração Z – nascidos da metade de 1990 até o início da década de 2010 – têm se espalhado pelo mundo. No Nepal e em Madagascar, a onda de protestos derrubou os governos. No Peru, presidente recém-empossado decretou 30 dias de emergência em meio à onda de violência.
Os protestos também tomaram as ruas de países como Indonésia, Filipinas e Marrocos, por diferentes motivos. Mas quais motivações unem os jovens em todos esses países?
Todos estes protestos têm presença maciça de jovens descontentes com as elites políticas e econômicas, em um cenário de “pessimismo palpável” que impulsiona mobilizações. É o que explicou Oliver Stuenkel em conversa com Natuza Nery no episódio do podcast O Assunto da quinta-feira (23). OUÇA NO PLAYER ACIMA.
Professor de Relações

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, fará nesta semana uma nova rodada de reuniões com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com líderes de partidos da base e do Centrão para avaliar o tamanho do apoio ao governo e tentar reorganizar a articulação política na reta final do ano. Além
A expectativa é de encontros com representantes do MDB, PSD e Podemos, além de conversas com dirigentes do PP, União Brasil e Republicanos, partidos que têm cargos no governo, mas vêm registrando comportamento dividido em votações na Câmara.
O objetivo de Gleisi é medir quantos votos o governo pode efetivamente contar daqui para frente — tanto para aprovar projetos econômicos de interesse do Planalto, quanto para desenhar estratégias políticas para 2026.
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