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Rússia, Colômbia e Cuba condenam ataque dos EUA à Venezuela e temem maiores tensões

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O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado, 3, em uma operação militar que capturou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa.
“Na situação atual, é crucial, acima de tudo, evitar uma escalada ainda maior e concentrar esforços em encontrar uma saída (para a situação) por meio do diálogo”, diz o comunicado, que também nomeou a intervenção americana como “ato de agressão armada”.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse por meio de sua conta no X que o governo colombiano observa com “profunda preocupação”, os relatos sobre explosões e atividade aérea incomum na Venezuela. Mais cedo, ele havia publicado que Caracas estava sendo bombardeada e que a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a

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MOSCOU, 3 Jan (Reuters) – A Rússia estava profundamente preocupada e condenou um “ato de agressão armada” contra a Venezuela cometido pelos Estados Unidos, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia no sábado.
“Na situação atual, é importante… evitar uma nova escalada e se concentrar em encontrar uma saída para a situação por meio do diálogo”, afirmou o ministério em um comunicado.
Os EUA atacaram a Venezuela e capturaram seu presidente Nicolás Maduro, que foi retirado do país, disse o presidente Donald Trump no sábado.
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O Governo da Venezuela classificou a operação militar dos Estados Unidos como uma agressão que busca apenas se apoderar dos recursos naturais do país, e convocou o povo a ir para as ruas contra o ataque.
Os EUA atacaram a Venezuela com bombardeios em Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa neste sábado, 3. O presidente americano, Donald Trump, confirmou a informação.
“A República Bolivariana da Venezuela rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional a gravíssima agressão militar perpetrada pelo governo dos Estados Unidos contra o território e a população venezuelana”, afirmou o governo venezuelano em comunicado oficial.
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“O governo bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os plan

Engenharia Social Reversa: Quando a vítima procura o criminoso
Por Jaqueline Sousa • Editado por Jones Oliveira |
Por mais que o imaginário popular veja a figura do hacker como alguém ativo e agressivo que adora invadir sistemas para obter vantagens para si mesmo, não é exatamente esse o cenário quando falamos sobre engenharia social reversa.
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Diferente da engenharia social social comum, quando o cibercriminoso aborda a vítima diretamente, o modo reverso da coisa traz o invasor em uma postura mais passiva e paciente. Nesse caso, ele monta um cenário propício para que o alvo inicie o primeiro contato, buscando ajuda para um problema criad

O ano de 2026 começou com explosões registradas na capital venezuelana, Caracas, no sábado (3), e reações tanto do governo de Nicolás Maduro quanto do presidente colombiano, Gustavo Petro, acusando os Estados Unidos de atacar a Venezuela.
Horas depois, em sua rede social Truth Social, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que os EUA capturaram Nicolás Maduro e sua esposa, e que eles foram levados de avião para fora da Venezuela. Trump disse que seu país havia realizado um “ataque em larga escala à Venezuela”.
Em dezembro, numa entrevista à revista Vanity Fair, a chefe de gabinete do presidente dos EUA, Donald Trump, Susie Wiles , disse, sem rodeios, que seu chefe queria “continuar explodindo barcos até que Maduro se renda”. A declaração foi uma referência à campanha de meses dos E

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