‘Serviço Secreto fez exatamente o que deveria e agiu rápido’; ex-agentes explicam resposta a ataque em jantar com Trump

A reação dos agentes que protegiam o presidente Donald Trump durante o ataque a tiros em um jantar em Washington, no sábado (25), seguiu o protocolo esperado e evitou um desfecho mais grave, segundo ex-integrantes das forças de segurança americanas.
“Eles fizeram exatamente o que deveriam fazer e o fizeram rapidamente, evitando qualquer incidente mais grave para o presidente”, afirmou Barry Donadio, ex-agente do Serviço Secreto que já atuou no hotel onde ocorreu o evento.
Na avaliação dele, o ponto central é o tempo de resposta. As imagens do momento do ataque indicam que os agentes tiveram poucos segundos para agir diante da tentativa de avanço do suspeito.
“Não houve muito tempo para reagir, talvez dois segundos. A intenção dele parecia ser atravessar o posto de controle, chegar o mais p
Associação de jornalistas em Washington faz jantar anual desde 1921
Encontro celebra liberdade de expressão e reúne presidente dos EUA e repórteres que fazem o acompanhamento diário das notícias a partir da Casa Branca
O jantar de sábado (25.abr.2026) entre jornalistas e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi organizado pela WHCA (“White House Correspondents Association”). A forma mais correta de traduzir o nome dessa entidade privada é “Associação dos Jornalistas que fazem a Cobertura da Casa Branca”. É que “correspondent”, em inglês, não pode ser traduzido como “correspondente”, em português. São falsos cognatos: palavras que têm etimologicamente uma origem comum, grafias quase idênticas, mas que evoluíram de forma diferente em determinados idiomas.
Nos EUA, um jornalista que
Fontes
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