‘Slopaganda’: como a IA virou arma eleitoral nos EUA e movimentou mais de US$ 137 milhões

Protestos do movimento No Kings pedem que eleitores votem em antecipado nas eleições de meio de mandato nos EUA — Foto: Jose Luis Magana/AP
Com a aproximação das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro, a inteligência artificial ganha cada vez mais espaço na propaganda eleitoral. Ao mesmo tempo, aumenta a preocupação com o uso da tecnologia para espalhar informações falsas em anúncios políticos.
Pesquisadores chamam essa prática de “slopaganda”, termo que combina propaganda política com conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial.
A prática é usada tanto por republicanos quanto por democratas, mas candidatos e grupos ligados ao Partido Republicano, do presidente Donald Trump, concentram a maior parte dos investimentos nesse tipo de p
Além de definir a nova composição do Congresso, as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, conhecidas como midterms, também permitirão que os eleitores decidam diretamente em seus estados sobre questões como armas, aborto e direitos das pessoas trans.
Ao todo, 145 propostas estaduais serão submetidas ao voto popular, em consultas conhecidas como ballot measures, em inglês.
➡️ Os referendos podem criar novas leis, modificar regras existentes ou revogar políticas aprovadas anteriormente.
Na votação marcada para a próxima terça-feira (3), os cidadãos americanos de 39 estados vão deliberar sobre temas como aborto, impostos, regras eleitorais, direitos de pessoas transgênero e justiça criminal. A Califórnia e o Colorado concentram o maior número de propostas estaduais, com 14 cada.
Veja
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
