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Sob bombas, brasileiros deixam casas às pressas e se abrigam em carros e escolas no Líbano

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“Acordamos de madrugada, por volta de 2h30 ou 3h, com as bombas. Foi muita gritaria no prédio e na cidade toda”. O relato é da brasileira Romilda Salman que, no dia 2 de março, quando Israel atacou o Líbano, deixou com o marido e os filhos a casa onde morava há 25 anos.
Romilda é uma das mais de 1,2 milhão de pessoas — cerca de um quinto da população —deslocadas pela guerra entre Israel e Hezbollah, que já matou ao menos mil pessoas no país, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
Vinte e dois mil brasileiros moram no Líbano, de acordo com o Itamaraty.
Antes ou durante os ataques, autoridades emitem ordens de deslocamento para que moradores deixem áreas sob risco de bombardeio. Isso aconteceu em porções significativas do sul do Líbano, partes de Beirute, aldeias fronteiriças e o Val

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