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Tarifa dos EUA pode agravar trabalho forçado que diz combater, alertam especialistas

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Os Estados Unidos justificaram a nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros como uma forma de combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção.
Segundo o governo americano, o Brasil e outros 85 países não possuem mecanismos suficientes para impedir a entrada, em seus mercados, de mercadorias produzidas sob esse tipo de exploração.
Mas especialistas, o governo brasileiro e organismos internacionais fazem um alerta que parece contradizer a lógica da medida: dependendo da forma como são aplicadas, as restrições comerciais podem acabar agravando justamente o problema que pretendem combater.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a explicação está na relação entre pobreza, vulnerabilidade e exploração.
“Em alguns casos, inclusive, a restrição do acesso a mercados

Museu Nacional de História Americana do Smithsonian — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz
O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou na sexta-feira (24) que sejam instaladas placas em frente ao Museu Nacional de História Americana do Smithsonian informando aos visitantes que algumas das exposições são “imprecisas”.
A medida de Trump segue um relatório divulgado em 4 de julho pelo seu Conselho de Política Interna, afirmando que os líderes do Smithsonian e de seu Museu Nacional de História Americana não contam a história “de uma maneira que seja inspiradora, unificadora e digna de nossa grande república”.
Como o presidente não tem autoridade para demitir rapidamente a liderança do Smithsonian ou ordenar alterações nas exposições, sua ordem executiva concentra-se nas calçadas em frente ao museu,

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