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Trump voltou atrás sobre a Groenlândia por pressão de assessores contra opção militar

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O recuo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação às ameaças de uso da força como uma opção para a aquisição da Groenlândia encerrou semanas de caos político, já que os principais assessores se esforçaram tanto para acomodar as exigências do presidente quanto para aliviar o pânico que elas causaram entre os aliados dos EUA, de acordo com duas fontes com conhecimento das conversas.
Em comentários na quarta-feira no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Trump descartou o uso de força militar depois de semanas se recusando a afastar essa possibilidade e, em uma postagem na mídia social, disse que não irá mais impor as tarifas comerciais que ele havia ameaçado colocar em vigor em 1º de fevereiro.
As autoridades da Casa Branca pressionaram por uma abordagem menos provoca

Formalizado nesta manhã em Davos, o Conselho da Paz espelha a visão empresarial e megalômana do presidente dos EUA, Donald Trump: ele atuará como presidente vitalício, um CEO com poder de veto. Os países que desejem ser membros permanentes devem pagar a taxa de adesão no valor de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,3 bilhões).
Trata-se de um clube de aliados do presidente americano, criado sob o pretexto de reconstruir Gaza, mas com a intenção de imiscuir-se em outros conflitos mundiais e rivalizar com a ONU.
A realidade, contudo, mostra uma entidade que já nasce esvaziada. Dos 60 convites enviados a líderes pelo presidente americano, em torno de 25 aceitaram integrar o conselho. (Veja aqui quais países aceitaram, quais recusaram e quem ainda não respondeu)
Destes, somente um europeu — o premiê au

Trump sem camisa, montado em urso polar, na capa da ‘The Economist’ — Foto: Reprodução
A revista “The Economist” criou uma imagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sem camisa e montado em um urso polar para ilustrar a capa de sua nova edição, divulgada nesta quarta-feira (21).
Em meio às tensões entre Trump e vários líderes europeus por causa da pressão do presidente americano para anexar a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca, aos EUA, a revista destacou em seu post na rede social X:
“A crise da Groenlândia traz lições para todos os países. Os aliados dos Estados Unidos precisam se preparar para um mundo em que estarão sozinhos e a OTAN não existirá mais”.
No Instagram, a “The Economist” opinou que os últimos movimentos feitos por Trump em relação à ilha – o recuo s

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