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A doutrina de 200 anos que Trump usa para aplicar pressão militar sobre América Latina

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Quando a Casa Branca divulgou, na sexta-feira (5), a nova Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos (National Security Strategy), um detalhe chamou a atenção de diplomatas e especialistas em relações internacionais: o documento cita nominalmente a Doutrina Monroe, formulada há mais de dois séculos, e diz que Washington deve “retomar” seus princípios no relacionamento com a América Latina.
A referência reacende uma das ideias mais antigas — e controversas — da política externa americana.
Criada em 1823, a Doutrina Monroe afirmava que qualquer intervenção de potências europeias no hemisfério ocidental seria vista pelos EUA como uma ameaça direta à sua segurança.
Ao mesmo tempo, estabelecia a região como uma esfera prioritária de interesse estratégico dos Estados Unidos.
Dias antes

O senador Flávio Bolsonaro (PL) organizou um jantar para lideranças partidárias, nesta segunda-feira (8) em busca de apoio para a sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026.
O encontro ocorreu na casa de Flávio e estiveram presente: Antônio de Rueda (União Brasil), Valdemar Costa Neto (PL), Rogério Marinho (PL-RN) e Ciro Nogueira (Progressistas). Marcos Pereira, líder do Republicanos, também foi convidado, mas não tinha agenda, segundo apuração da TV Globo.
No fim do encontro, o senador Rogério Marinho falou à imprensa sobre o encontro. Segundo o senador, Flávio apresentou o projeto que tem para o país e colocou as condições de sua campanha.
“O PL tem uma candidatura, está claro”, afirmou Marinho. “O projeto é fazer com que no próximo ano nós derrotamos o presidente Lu

Os movimentos recentes deixam claro que a família Bolsonaro se alterna nas posições para definir quem será o instrumento de pressão.
No meio de 2025, o papel coube ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele atuou na frente internacional, usando a ameaça de tarifas e sanções do governo Trump contra o Brasil para forçar o Congresso a aprovar anistia e impedir o Supremo Tribunal Federal (STF) de julgar a tentativa de golpe de Estado.
Após o fracasso da estratégia – Jair Bolsonaro (PL) foi condenado e preso –, quem assume o bastão é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Designado pelo pai, ele entra em cena com uma abordagem diferente, mas com o mesmo fim: usar sua candidatura à Presidência para forçar os partidos de centro e de direita a se comprometerem com a anistia ao ex-presidente.
Nos bast

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa na terça-feira (9) o julgamento de seis acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado em 2022. Os ministros vão analisar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o chamado “núcleo 2” da articulação golpista.
A denúncia contra seis réus por participação na tentativa de golpe de Estado em 2022 foi apresentada em fevereiro desde ano pela Procuradoria-Geral da República. A acusação originou a segunda ação penal sobre o tema a ser julgada na Primeira Turma, a primeira foi do “núcleo crucial”, que culminou com a condenação de Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus.
Eles integram o chamado “núcleo 2”, responsável por coordenar ações como o bloqueio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno das eleiçõ

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