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A ilusão da vitória

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“A guerra no Irã é a guerra de Trump”, segundo Ross Douthat, do New York Times. Sim, no sentido secundário de que Trump intuiu a possibilidade de colocar sua assinatura sobre um triunfo histórico. Mas, no sentido estratégico, é a guerra de Netanyahu.
A lógica, confirmada por uma inconfidência de Marco Rubio, diz que a decisão partiu de Israel âe os EUA seguiram o aliado menor. A destruição do Estado judeu forma o DNA do Estado iraniano erguido a partir da revolução de 1979. Para Israel, derrubar o regime teocrático é um objetivo nacional. Mas, para os EUA, o ataque total é apenas uma guerra de escolha, mal disfarçada pelas falsas alegações de Trump sobre um suposto risco iminente à segurança americana.
“Israel First”, não “America First”. Ali Larijani, que hoje comanda

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