Acordo Mercosul-UE: governo projeta ganhos para exportações e aposta em trunfo eleitoral

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) os termos do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE).
Com a aprovação, o texto segue para o Senado, onde deve receber o último aval antes da conclusão do processo de ratificação interna no Brasil.
Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
A medida foi celebrada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A expectativa interna é que o tratado pode contribuir para:
– ampliar exportações;
– atrair investimentos;
– fortalecer a inserção internacional do Brasil ao facilitar o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu; e
– reduzir tarifas comerciais.
A Câmara dos Deputados aprovou hoje a ratificação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O texto segue agora para votação no Senado.
O que aconteceu
A votação foi simbólica. Diferente da votação nominal, quando cada deputado registra seu voto individualmente no painel eletrônico, na votação simbólica os parlamentares favoráveis apenas concentem com a pergunta do presidente da Casa sobre a orientação das bancadas a respeito do tema. Hoje, apenas a federação PSOL-Rede votou contra.
Para viabilizar a aprovação do acordo, o governo reforçou o compromisso de proteger a economia nacional. O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou que o governo já trabalha na implementação de salvaguardas específicas para os setores agropecuário e industrial.
O foco dessas medidas é mi
Fontes
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