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Alerj escolhe presidente sob disputa com STF e embate entre grupo de Paes e PL

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A Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) escolhe nesta sexta-feira (17) seu novo presidente num embate entre o PL, com maioria na Casa, e os partidos aliados ao ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo estadual.
A disputa tem como pano de fundo a atuação do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o comando do Palácio Guanabara e a substituição do ex-governador Cláudio Castro (PL), que renunciou ao cargo para disputar o Senado.
Os partidos aliados a Paes (PSD, MDB, Podemos, PT, PDT, PSB, Cidadania, PC do B e PV) escolheram como candidato o deputado Vitor Junior (PDT). Ele conta também com apoio do PSOL.
O grupo de Paes, porém, condiciona sua participação na eleição ao voto secreto pelos deputados, assim como o STF tem indicado para a eventual eleição in

O dia 17 de abril de 1996 é um marco na história da disputa pelo direito à terra no Brasil. Existe um antes e um depois do dia em que 19 trabalhadores rurais foram emboscados pela PolÃcia Militar do Pará e assassinados no trecho da rodovia PA-150 conhecido como Curva do S, em Eldorado do Carajás.
Três décadas após seu mais simbólico episódio de violência no campo, o Brasil segue marcado pelas tensões fundiárias. O número de conflitos segue em rota ascendente enquanto o paÃs vive um acirramento de embates que se espraiam dos fóruns da polÃtica institucional à s comunidades rurais.
Desde 1996, ano do massacre em Carajás, o Brasil teve uma média de uma morte no campo a cada 10 dias, segundo dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra). Ao todo, foram 1.149 pessoas assassinadas d

“Como vota, deputado?”, a pergunta foi repetida centenas de vezes, naquele 17 de abril de 2016, pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB). Era a sessão de votação que abriu o processo de impeachment contra a então presidente Dilma Rousseff (PT), e o plenário estava abarrotado.
Como a maioria dos deputados resolveu discursar, Cunha os apressava com aquela pergunta, para evitar que se estendesse ainda mais a sessão, que durou dez horas. Nada que tenha impedido Hiran Gonçalves (PP-RR), Stefano Aguiar (PSD-MG) e Laerte Bessa (PR-DF) de dedicar seus votos a favor do impeachment aos “maçons do Brasil”, a “Liliane, meu amor” e a “minha mãezinha”, respectivamente.
Os partidos citados são aqueles a que os parlamentares pertenciam à época.
Enquanto as principais cidades do B

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