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Aliados de Bolsonaro fazem paralelo com Lula e torcem por permanência na PF, mas temem Papuda

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Aliados de Jair Bolsonaro (PL) têm feito um paralelo com a prisão do presidente Lula (PT) na Lava Jato ao manifestar expectativa de que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), mantenha o ex-presidente na Superintendência da PolÃcia Federal em BrasÃlia.
Lula ficou preso também numa superintendência da PF, mas em Curitiba, por 580 dias. Ele foi solto em 2019. Aliados do ex-presidente, quando vão comentar a situação, citam o petista e avaliam que Moraes pode optar por uma equivalência de tratamento na sua decisão. Eles dizem que, se ele determinar a ida de Bolsonaro para um presÃdio, a opinião pública pode virar e ficar favorável a eles.
O principal temor é uma determinação de cumprimento de pena em regime fechado na Papuda, o que é possÃvel, já qu

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pode, a partir desta terça-feira (25), determinar o cumprimento definitivo da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele foi condenado em setembro a 27 anos e 3 meses de prisão sob a acusação de liderar uma trama golpista em 2022.
Nesta segunda (24), a Primeira Turma do tribunal validou, de forma unânime, a determinação de Moraes pela prisão preventiva de Bolsonaro. No mesmo dia, foi encerrado o prazo para as defesas dos condenados do chamado núcleo central da trama golpista apresentarem novos recursos.
A partir de agora, segundo integrantes do Supremo, Moraes já pode determinar que o ex-presidente passe a responder definitivamente pela sua condenação.
Bolsonaro ficou em prisão domiciliar de 4 de agosto atÃ

A Folha tem um novo conselho editorial a partir desta segunda, dia 24. Entre as missões do colegiado, estão criticar o jornal, trazer novas ideias e discutir tendências.
Trata-se de um conselho “com funções consultivas cujos integrantes são jornalistas e não jornalistas”, como indica o Manual da Redação. Os membros devem se reunir de três a quatro vezes por ano.
O novo conselho é formado, em ordem alfabética, por Candido Bracher, ex-presidente do banco Itaú e colunista da Folha; Demétrio Magnoli, sociólogo, comentarista de polÃtica internacional da GloboNews e também colunista do jornal; Dora Kramer, jornalista, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista da Folha.
Também integram o colegiado Mônica Bergamo, jornalista, comentarista da rádio Band News e colunista da Fol

O vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes (PL-TO), afirmou que a tensão entre governo e Congresso é “muito ruim” à s vésperas de votações importantes de fim de ano, como o Orçamento, e do inÃcio do ano eleitoral.
“O pior caminho é fechar o diálogo com a Casa, porque quem faz a pauta são os lÃderes através da condução do presidente [Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)]”, disse Gomes na noite desta segunda (24) em Roma, na Itália.
Ele e outros congressistas participaram de jantar organizado pelo grupo Lide, presidido pelo ex-governador João Dória.
“Se a coisa ficou tensa no momento pré-eleitoral é muito ruim. Tem pouco tempo disponÃvel para muita matéria fundamental”, afirmou o vice-presidente do Senado.
Ele negou que outras pautas-bomba estejam nos planos para as próximas

Uma série de investigações recentes atingiu ao menos quatro aliados do senador e presidente nacional do PP Ciro Nogueira, gerando desgaste à sua imagem e minando seus projetos eleitorais para 2026. O mais recente dos alvos foi Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso na operação Compliance Zero na segunda-feira (17), investigado por supostos crimes contra o sistema financeiro.
Procurado para tratar do tema, o senador não enviou resposta. Todos os investigados negam o cometimento de ilegalidades.
Pouco antes de Vorcaro, outras pessoas próximas de Ciro tornaram-se alvo de investigações rumorosas. No começo do novembro, um ex-assessor do senador, Victor Linhares, foi alvo de ação de busca e apreensão no âmbito da operação Carbono Oculto 86, que investiga a infiltração do

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