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Banco Master: o que se sabe sobre a crise que atinge o sistema financeiro e gera impactos políticos

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A crise do Banco Master eclodiu nesta terça-feira (18) e se desenrolou ao longo de todo o dia. Em poucas horas, a instituição passou do anúncio de compra pela Fictor Holding Financeira para a decretação de liquidação extrajudicial pelo Banco Central (BC).
– 🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o BC encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, fecha as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até extinguir a instituição. Nessa fase, as operações são finalizadas e o banco deixa de integrar o sistema financeiro nacional.
A EFB Regimes Especiais de Empresas foi nomeada pelo BC para conduzir a administração especial. Com isso, qualquer negociação de compra do Banco Master é automaticamente suspensa. A

O julgamento do núcleo 3 da tentativa de golpe, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), se diferencia dos demais porque, pela primeira vez, resultou na absolvição de um dos réus, contrariando a acusação, e no reenquadramento das condutas de outros dois, que acabaram condenados por crimes de menor gravidade.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que não deve recorrer das decisões que contrariaram seu entendimento.
Até o momento, foram julgados três núcleos da trama golpista — 1, 4 e 3, nessa ordem —, resultando em 22 condenações por tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado democrático de direito, organização criminosa armada e dano e deterioração do patrimônio — esses últimos, devido às depredações de 8 de janeiro de 2023.
As penas para os cond

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (18), por 370 votos a 110, o chamado Projeto Antifacção, que cria um novo marco legal para o enfrentamento de organizações criminosas.
O projeto foi enviado pelo governo federal em outubro. A relatoria ficou com o deputado Guilherme Derrite (Progressistas-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, escolha que gerou incômodo no Planalto. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), foi quem atribuiu a função ao deputado.
A tramitação foi marcada por tensão entre governo e oposição. Lideranças governistas criticaram mudanças propostas por Derrite, enquanto opositores cobraram endurecimento maior do texto.
O texto aprovado aumenta penas, cria novos crimes, amplia mecanismos de investigação e estabelece regras especiais para

Derrite diz que governo não o procurou para tratar do PL Antifacção
Já o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, afirma que o relator se recusou a participar de reunião com o Planalto para ouvir as sugestões
O relator do PL Antifacção (5.582 de 2025), Guilherme Derrite (PP-SP), disse nesta 3ª feira (18.nov.2025) que não foi procurado pelo governo para discutir os pontos do projeto. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados por 370 votos a favor e 110 contra.
“Embora tenha me colocado publicamente à disposição para o diálogo, bem como por intermédio de emissários, em nenhum momento recebi contato ou tentativa de conversa da Secretaria de Relações Institucionais do Governo Federal [Gleisi Hoffmann], do Ministério da Justiça [Ricardo Lewandowski], do líder do partido do presidente ou d

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