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Banco Pleno: como acionar o FGC e recuperar seu dinheiro investido

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O mercado financeiro foi pego de surpresa nesta quarta-feira (18) com o anúncio oficial do Banco Central decretando a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da corretora Pleno DTVM. A decisão foi tomada após o órgão regulador identificar que a saúde financeira da instituição – que já vinha operando sob pressão após a separação do conglomerado Banco Master – tornou-se insustentável.
Com as atividades encerradas e os bens dos administradores bloqueados, milhares de investidores que possuíam CDBs e outros títulos emitidos pelo Pleno agora buscam respostas sobre como reaver seu capital. Embora o cenário pareça alarmante, quem possui investimentos de até R$ 250 mil conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Abaixo, preparamos um guia pa

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informa que já foram pagos R$ 37,2 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master, o que representa 92% do montante a ser pago.
O balanço considera as operações fechadas até as 10h desta quarta-feira (18).
O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua para manter a estabilidade do setor, prevenir crises bancárias e proteger depositantes e investidores.
“Em termos de números de beneficiários da garantia, aproximadamente 653 mil credores já receberam os valores, correspondente a 84% do total de credores”, informou o FGC.
O órgão informou que o processo de pagamento aos credores, pessoas físicas, do Banco Master, Banco Master de Investimentos e Letsbank segue pelo aplicativo do FGC.
A liquidaç

BC autorizou Master a vender o Pleno três meses antes da liquidação
O Banco Pleno, liquidado nesta quarta-feira pelo Banco Central, escapou da liquidação do Master em outubro do ano passado, como a coluna já havia reportado. Três meses antes, em 11 de agosto, o BC autorizou o Master a vender o banco a Augusto Lima em uma controversa reestruturação societária que suscitou críticas ao regulador — que teria autorizado o esvaziamento do banco às vésperas da liquidação.
Lima tinha 30% do Master, chegou a ser CEO do banco, e era sócio de Daniel Vorcaro desde 2018. Foi ele que levou para a sociedade com Vorcaro no então banco Máxima um valioso contrato de exclusividade com o governo da Bahia, o cartão Credcesta. O programa de cartão consignado — que combina juros de rotativo de cartão e risco bai

Liquidação do Banco Pleno expõe risco de R$ 4,9 bi ao FGC
Fundo Garantidor de Créditos projeta pagamento a 160 mil credores após conclusão do levantamento de dados pelo liquidante
O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) estima que o Banco Pleno, liquidado nesta 4ª feira (18.fev.2026) pelo BC (Banco Central), tem uma base aproximada de 160 mil credores com depósitos elegíveis ao pagamento da garantia, que somam R$ 4,9 bilhões.
O pagamento aos credores só será iniciado quando o levantamento dos dados dos credores for concluído e disponibilizado pelo liquidante nomeado após a liquidação extrajudicial. O Pleno foi colocado em liquidação no contexto mais amplo de intervenções que já elevaram a exposição do FGC a mais de R$ 50 bilhões.
A base estimada de credores e o montante elegível destacam o al

Ex-presidente do BRB quer novo depoimento com a PF
Paulo Henrique Costa solicitou à delegada uma nova audiência para esclarecer fatos sobre a aquisição das carteiras podres do Master
A defesa do ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa pediu para prestar um novo depoimento para a Polícia Federal. Investigado por possíveis irregularidades no processo de aquisição do Master pela estatal, Costa foi ouvido pelos investigadores em 30 de dezembro e passou por acareação com Daniel Vorcaro.
Conforme antecipou o Poder360, Vorcaro e Paulo Henrique Costa divergiram sobre a origem dos créditos podres adquiridos do Master pelo BRB. A contradição foi explorada pela delegada Fabiana Palazzo, responsável pelo inquérito.
De acordo com a defesa, depois da acareação, foi solicitada à del

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