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Bancos reforçam aposta em construtoras de baixa renda após resultados do 1T26

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Após os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), os bancos seguem vendo as construtoras de baixa renda como as principais vencedoras do atual ciclo, sustentadas pelo MCMV, maior resiliência operacional e valuations considerados atrativos, enquanto empresas expostas à média e alta renda ainda enfrentam revisões mais pressionadas.
No caso do Goldman Sachs, as principais mudanças envolveram a Cyrela (CYRE3), para a qual o banco reduziu em 9% as estimativas de lucro líquido e o preço-alvo, para R$ 31 por ação, e a Tenda (TEND3), cuja projeção de lucro foi elevada em 15%, com aumento de 9% no preço-alvo, para R$ 37 por ação.
Apesar das revisões, o Goldman manteve recomendação de compra para a Cyrela, destacando expectativa de retorno sobre patrimônio (ROE) próximo de 20% em

Juros altos: um diálogo com Samuel Pessôa
Samuel Pessôa é referência para mim e para todos os economistas brasileiros que se dedicam à análise da conjuntura. Particularmente, gosto muito da sua postura no debate público, pela capacidade de dialogar e de apresentar, didaticamente, suas posições, dando sempre o benefício da dúvida ao interlocutor e ampliando, assim, a qualidade das discussões.
Em sua última coluna na Folha de S.Paulo (“Conversa com um leitor sobre juros”, de 24 de maio de 2026), ele apresenta argumentos para refutar a hipótese de que os juros seriam elevados, no Brasil, em razão de alguma combinação de pressões do mercado, interesses e chantagens. Ele apresenta três linhas de argumentação interessantes, que retomo brevemente a seguir para, então, adicionar outros pontos.
Ele

Violência sexual na 1ª infância cresce 4 vezes em 11 anos
Estudo mostra que 80% dos abusos foram cometidos em casa; Atlas da Violência 2026 indica que meninas representam 87% das vítimas
A violência sexual contra crianças na 1ª infância cresceu mais de 4 vezes no Brasil entre 2014 e 2024. De acordo com o Atlas da Violência 2026, elaborado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), o ambiente doméstico é o local de maior risco para menores de 14 anos, impulsionado por normas de gênero e, na adolescência, pela influência das redes sociais.
O aumento alarmante das notificações reflete a fragilidade das redes de proteção e o impacto das plataformas digitais na deslegitimação do consentimento. O resultado do estudo foi publicado nes

Brasil tem menor taxa de homicídios da série histórica em 2024
Pesquisa contabilizou 42.590 assassinatos, 6,9% a menos do que em 2023
A taxa de homicídios no Brasil chegou, em 2024, ao menor patamar desde o início da série histórica do Atlas da Violência, iniciada em 2014. A pesquisa é realizada anualmente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e foi divulgada nesta 3ª feira (26.mai.2026). Eis a íntegra (PDF – 6 MB).
O país registrou 20,1 assassinatos para cada 100 mil habitantes, uma taxa 7,4% menor que a de 2023. Em números absolutos, foram 42.590 homicídios em 2024, o que representa uma queda de 6,9%.
O estudo foi produzido a partir de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade e do Sistema de Informação de Agravos de Notificaçã

Homicídios de jovens caem 1/3 no Brasil de 2014 a 2024
Atlas da Violência 2026 mostra que 301.825 pessoas de 15 a 29 anos foram assassinados no país no período
A taxa de homicídios de jovens de 15 a 29 anos no Brasil caiu 33,9% de 2014 a 2024, mostra o Atlas da Violência 2026, divulgado nesta 3ª feira (26.mai.2026) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).Leia a íntegra (PDF – 6 MB).
No período, o país teve 301.825 jovens assassinados nessa faixa etária, o que equivale a 75 por dia e representa 46,5% das vítimas de homicídios no país.
As maiores reduções na taxa de homicídios de jovens foram no Distrito Federal (-79,6%), Goiás (-67,8%) e São Paulo (-58,0%).
Quando analisadas só as mortes de homens jovens, a taxa caiu 39,1% de

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