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Base política valerá muito mais que dinheiro, YouTube e TikTok, diz relator de reforma

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O deputado federal Domingos Neto (PSD-CE), 37, afirma ter sinalização positiva de PT e PL, os dois maiores partidos da Câmara dos Deputados, para aprovar o projeto que altera o atual modelo eleitoral, o proporcional, para o sistema distrital misto.
Em entrevista à Folha, o parlamentar defende que a troca teria o poder de conter o ingresso de facções criminosas na polÃtica e exalta o provável efeito de fortalecimento dos partidos e de retirada de poder dos chamados puxadores de voto.
“Quem vai ter a vantagem é quem tem base polÃtica. Vai valer muito mais do que dinheiro, do que YouTube, do que TikTok. Vai valer muito mais corpo a corpo, a prestação de serviço, a prestação de contas, conhecer as pessoas, ser conhecido, andar pé no chão, e vai baratear a eleição.”
O distrital

Com o foco na reeleição do presidente Lula, o PT adotou uma estratégia cautelosa para as eleições de 2026, travando anseios internos e adiando para o próximo ano decisões sobre candidaturas próprias a governos estaduais e ao Senado.
O primeiro passo para destravar as negociações foi dado na última semana, com a instalação do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), instância responsável por coordenar a estratégia nacional do partido para a disputa eleitoral de 2026.
O grupo será liderado pelo deputado federal José Guimarães (PT-CE) e terá como missão articular ações com três focos prioritários: reeleger Lula, ampliar as bancadas do PT na Câmara e no Senado e garantir palanques estaduais fortes e articulados com aliados.
A ordem é ampliar as negociações e baixar a fer

Coordenador do recém-criado Grupo de Trabalho Eleitoral do PT, o lÃder do governo na Câmara, José Guimarães (CE), diz que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem de “liderar o palanque do presidente Lula em São Paulo”. “à a principal liderança polÃtica nossa”, justifica.
Haddad vem resistindo a deixar o ministério para ser candidato, mas tem ouvido apelos cada vez mais insistentes de seus aliados para disputar o governo de São Paulo ou o Senado.
Segundo Guimarães, Lula precisa ter palanques fortes nos três principais estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Atualmente, apenas o caso fluminense está bem encaminhado, com a candidatura do prefeito Eduardo Paes (PSD), favorito no pleito.
Em Minas Gerais, o nome defendido por Lula é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD),

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