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Bombou no g1: Cidade-fantasma que inspirou filme de terror pega fogo há 60 anos — e seguirá queimando

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Moradores de Centralia, a 180 km da Filadélfia, se preparavam para visitar o cemitério e homenagear soldados americanos mortos em combate. O mau cheiro de um lixão vizinho chegou ao local e levou funcionários públicos a queimar uma pilha de lixo. A decisão desencadeou um incêndio subterrâneo que já dura mais de 60 anos.
Ao longo de dezembro, o g1 revisita as histórias mais malucas — e reais — publicadas em 2025. Veja o vídeo acima, leia o texto abaixo e explore outras reportagens no mapa ao final desta página.
GIF Retrospectiva – cidade-fantasma que inspirou filme de terror pega fogo há 60 anos – e seguirá queimando — Foto: Editoria de arte do g1
A região ficou conhecida por suas minas de carvão. A extração mineral começou em 1842 e fez Centralia crescer aos poucos. Na década de 1960, cerc

Alvo de operação da PolÃcia Federal na sexta-feira (12), as emendas parlamentares ao Orçamento seguem com um sistema pouco transparente e que mantém ocultos os padrinhos de mais de R$ 1 bilhão em verbas, mesmo após o STF (Supremo Tribunal Federal) bloquear o pagamento dos recursos e exigir que o Legislativo adotasse novas regras.
Meses após o acordo que destravou o pagamento das verbas, o modelo adotado se provou inconsistente: consulta da Folha com base no ano de 2025 mostra que os dados estão espalhados por mais de 40 arquivos nos sites das comissões da Câmara e do Senado, com erros de diagramação, links que dificultam a consulta e formatos que não permitem trabalhar os dados.
Os portais de transparência impedem que se saiba de quem foi a indicação da despesa paga, uma ve

Após exaltar caracterÃsticas de virilidade ao longo de seu governo, do “histórico de atleta” citado na pandemia da Covid-19 à medalha de “imbrochável” e “imorrÃvel” entregue a aliados, Jair Bolsonaro (PL) expôs fragilidade ao destacar problemas de saúde que colocariam sua vida em risco na prisão e atribuir a um surto a tentativa de romper sua tornozeleira eletrônica.
Para o psicanalista Christian Dunker, 59, trata-se de outra face de uma mesma moeda na retórica sobre força, vencedores e potência.
“Pode parecer que houve uma alteração substancial, mas é o mesmo endereçamento discursivo. Se as coisas não dão certo, há uma alteração de polos, e o discurso de enaltecimento da virilidade tem o seu lado invertido.”
Em entrevista à Folha âconcedida antes de Bolsonaro escolher u

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