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Brasil teve mais de 700 mortos em casos de violência política em 20 anos, diz estudo

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No Brasil, 1.228 pessoas foram vÃtimas, entre o inÃcio de 2003 e 2023, de violência polÃtica letal, considerando assassinato, tentativa de assassinato e ameaças graves de morte, segundo um estudo da USP (Universidade de São Paulo) e do Cebrap (Centro Brasileiro de AnaÌlise e Planejamento).
O levantamento avaliou a violência entre polÃticos âincluindo titulares, candidatos e aqueles que deixaram o cargo ou a candidatura em até cinco anos antes do crimeâ e ativistas. Das 1.228 vÃtimas, 760 foram mortas, 358 sofreram tentativas de assassinato e 110, ameaças graves de morte.
“Isso significa uma média anual de 61,4 casos, ou cerca de 5,1 por mês, um número extraordinariamente alto para uma democracia estabelecida”, aponta o levantamento.
O estudo foi feito com base na coleta de dados e

A PGE (Procuradoria-Geral Eleitoral) afirmou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que a proposta da corte para as regras sobre IA é insuficiente e sugere que o tribunal amplie as restrições ao uso da tecnologia nas propagandas eleitorais, que passaria a ser autorizado apenas para melhorias de qualidade técnica da imagem ou som.
Segundo a PGE, a regra proposta pela corte “que exige apenas que as campanhas informem o uso de âconteúdo sintéticoâ, é insuficiente”, argumentando que, em um universo de 156 milhões de eleitores, muitos desconhecem o significado técnico desses termos.
Na sugestão da Procuradoria, a resolução passaria a dizer que é vedada a utilização, na propaganda eleitoral, de tecnologias digitais “para criar, substituir, omitir, mesclar, alterar a velocidade, ou s

O presidente Lula (PT) vai dar uma espécie de pontapé inicial na campanha eleitoral e reafirmar sua candidatura à reeleição neste sábado (7) em Salvador, quando participa da celebração dos 46 anos do PT.
O evento servirá para o presidente marcar posição, mobilizar a militância e indicar as diretrizes da campanha, que incluem a defesa do legado das gestões petistas, a comparação com os adversários e pautas como o fim da escala 6×1.
A aposta é um discurso ideológico para enfrentar a direita bolsonarista. O PT vai se reafirmar como partido que “nasceu antissistema”, contra as desigualdades e contra os privilégios.
O PT vai para a campanha deixando as turbulências institucionais sob Jair Bolsonaro (PL) em segundo plano, com o lema “a democracia venceu, rumo ao tetra”.
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