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Brasileiros terão acesso à Guiana Francesa sem visto a partir de 1º de agosto de 2026; confira condições exigidas

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Brasileiros não precisarão mais de visto para entrar na Guiana Francesa a partir de 1º de agosto de 2026. A medida, resultado de acordo entre Brasil e França, beneficia diretamente o Amapá, único estado brasileiro que faz fronteira com o território francês.
O fim da exigência de visto estava em discussão há pelo menos 16 anos. O pedido surgiu pelo princípio da reciprocidade, já que turistas franceses não precisam de visto para entrar no Brasil.
“Trata-se de um marco histórico de nossas relações que atende aos anseios das populações tanto do lado do Brasil em especial do estado do Amapá quanto também do lado da Guiana Francesa”, disse o ministro Mauro Vieira, ao assinar o documento, em 1º de julho.
A medida deve facilitar viagens, compras e visitas familiares, além de fortalecer o comércio

O presidente nacional do PSB, João Campos, planeja reeditar a parceria do pai, o ex-governador Eduardo Campos, com o presidente Lula (PT) para chegar ao Governo de Pernambuco. Em entrevista à Folha, o ex-prefeito do Recife afirma apostar suas fichas na reeleição do petista para inaugurar um novo ciclo econômico no estado que foi governado por 16 anos pelo seu partido, até 2022.
A campanha trará à memória a relação do presidente com Eduardo Campos, que morreu em 2014. Ele foi ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro governo Lula, que sempre manteve bom relacionamento com a famÃlia.
A presença de Lula na campanha de João Campos também tem outro fim, reconhecido pelo próprio presidente do PSB: retirar da governadora Raquel Lyra (PSD) os votos de apoiadores do petista. Para i

No dia 1º de novembro de 2014, participei com o jurista Joaquim Falcão de painel em congresso de magistrados catarinenses. No intervalo, Falcão quis saber minha opinião sobre a reeleição, dias antes, da presidente Dilma Rousseff (PT), com 51,64% dos votos válidos.
Percebi que Falcão não compartilhava meu receio diante do paÃs que saÃra das urnas dividido.
Em seu novo livro (“A Oligarquia dos Poderes e a Crise da Democracia”), ele mantém a opinião: “Não partilho a visão de que o presente é deserto das esperanças, alimentado por um Brasil partido e radical”.
Falcão sustenta a tese de que juÃzes, parlamentares e membros do Executivo usam o próprio Estado para se beneficiar, se proteger e se perpetuar.
Em 2008, então professor da FGV Direito Rio e conselheiro do CNJ (Conselho

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