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“Cabe ao Senado explicar”, diz Guimarães após rejeição de Messias

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O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), afirmou que a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo Senado deve ser explicada pelos próprios parlamentares. O advogado-geral da União teve o nome barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis.
“O Senado desaprovou o nome do Messias, cabe agora o Senado explicar as razões dessa desaprovação”, disse Guimarães após o resultado. 
O deputado destacou que a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguiu os critérios constitucionais e defendeu o perfil do indicado. “Encaminhou o melhor nome, na nossa opinião, preencheu todos os requisitos exigidos pela nossa Constituição”, afirmou. 
“Aliança entre bolsonarismo e chantagem”, diz Boulos sobre rejeição de Messias
Ministro de Lu

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O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), negou que a rejeição do nome de Jorge Messias para a vaga do STF (Supremo Tribunal Federal) se deva a um erro do presidente Lula na escolha. Em entrevista a jornalistas após o fim da votação, Randolfe também não se mostrou surpreso com o resultado.
“Nós tínhamos consciência que ia ser um placar apertado no plenário. Nós não iríamos de forma alguma dizer a vocês antes da votação que nós esperávamos um placar negativo. Não seria coerente com a postura de buscar os votos necessários para aprovar.”
Ele atribuiu a derrota a pressões decorrentes do processo eleitoral, que já começa a se desenrolar.
Apesar do que se diz nos bastidores a respeito do rompimento do governo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Un

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Após ter seu nome rejeitado pelo Senado para o Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias afirmou que foi alvo de um processo de desgaste ao longo da tramitação de sua indicação. O advogado-geral da União disse que enfrentou tentativas de descredibilização durante os meses que antecederam a votação.
“Passei por cinco meses um processo de desconstrução da minha imagem, toda sorte de mentiras para me desconstruir”, declarou após o resultado. 
Messias teve o nome barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, em uma decisão que interrompe um histórico recente de aprovações de indicados ao STF. Apesar da derrota, ele afirmou que aceita o resultado e reconhece a prerrogativa do Senado. “O plenário do Senado é soberano”, disse. 
Alcolumbre cravou derrota de Messias antes de votação

O ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, 46, afirmou nesta quarta-feira (29) que não é fácil passar por uma rejeição do Senado, mas que a Casa é soberana e é preciso aceitar suas decisões.
O Senado impôs uma derrota histórica ao presidente Lula (PT) e rejeitou a indicação de Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal).
A decisão é resultado de uma queda de braço entre o Congresso e o Palácio do Planalto, somada a um longo processo de desgaste da cúpula do Judiciário e de um fortalecimento da direita no cenário que antecede as eleições.
“Não é simples alguém com minha trajetória passar por uma reprovação, mas aprendi que minha vida está nas mãos de Deus. Ele sabe de todas as coisas, tem um plano. Eu cumpro meu propósito, e as vezes as respost

A derrota por larga margem na indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) deixa dúvidas sobre a capacidade de reação do governo Lula e abre perspectivas sombrias para a campanha eleitoral que se avizinha.
Messias foi vÃtima do fato de ter sido escolhido na hora errada. Como mostrou a sabatina para lá de cortês na Comissão de Constituição e Justiça, o indicado não desperta resistências de caráter pessoal. à educado, afável e tem jogo de cintura polÃtica.
Por diversas vezes na longa sessão, buscou estabelecer relação de empatia, mesmo com os mais barulhentos opositores. Não se abalou nem com as provocações do verborrágico Magno Malta (PL-ES).
A Eduardo Girão (Novo-CE), um ultraconservador de costumes, disse que tinha respeito pela causa que ele def

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