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Câmara contraria decisão do STF e mantém mandato de Carla Zambelli

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A Câmara dos Deputados salvou o mandato da bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP), nesta quarta-feira (10), por 227 a 170 âera necessário maioria de 257 votos para cassá-la. A deputada está presa na Itália, para onde fugiu após ter sido condenada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
A decisão do plenário contrariou a votação de mais cedo na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), que obteve maioria pela perda do mandato com a ajuda de deputados do centrão.
Em 2022, Zambelli foi a deputada mulher mais votada e a terceira no ranking geral, com mais de 946 mil eleitores.
Na terça (9), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou para surpresa dos lÃderes partidários, que pautaria o caso de Zambelli no plenário no dia seguinte. Ele também dec

O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Otto Alencar (PSD-MA), anunciou nesta quarta-feira (10) que o senador Esperidião Amin (PP-SC) será o relator na Casa do projeto de lei que prevê a redução de penas para Jair Bolsonaro (PL) e demais presos pela trama golpista e por participação nos ataques às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
A proposta foi votada na Câmara na madrugada desta quarta-feira (10), depois de um acordo entre o centrão e o PL de Bolsonaro.
Esperidião é um senador da direita tradicional que se aproximou do bolsonarismo nos últimos anos. Nos últimos meses, ele passou a enfrentar o risco de perda de apoio do grupo em sua busca por reeleição em Santa Catarina em 2026 âque deve ter Carlos Bolsonaro, filho do ex-presi

Integrantes do centrão ameaçam, nos bastidores, deixar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) isolado tanto em seu esforço pela anistia como em sua possÃvel tentativa de se tornar presidente da República.
Ele desagradou a polÃticos do grupo ao afirmar que a retirada de sua recém lançada pré-candidatura ao Palácio do Planalto só ocorreria com a liberdade de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O filho de Jair Bolsonaro (PL) se lançou como pré-candidato a presidente na sexta-feira (5), contra a vontade dos partidos do centrão, que preferem o governador de São Paulo, TarcÃsio de Freitas (Republicanos).
No domingo (7), Flávio afirmou que poderia negociar para retirar seu nome. Um dia depois, disse em entrevista à Folha que sua candidatura é irreversÃvel.
Para discutor se F

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o projeto que substituiu a anistia ampla e prevê apenas a redução de penas para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os demais presos por participação nos ataques às sedes dos Poderes em 8 de janeiro de 2023.
O projeto, relatado pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), ainda tem que passar pelo Senado. O presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que a matéria deve ser votada ainda neste ano.
Foram 291 votos a favor ante 148 contrários. Os destaques que poderiam alterar o texto foram rejeitados, em sessão que terminou às 3h56.
Quando a urgência do projeto foi aprovada, em setembro, houve 311 votos favoráveis e 163 contrários (com 7 abstenções).
O PL de Bolsonaro votou a favor e aceitou

O projeto de lei de redução das penas dos condenados pelos atos golpistas discutido pela Câmara dos Deputados pode ter impacto também sobre outros criminosos, com uma progressão mais rápida de regime para pessoas consideradas culpadas por coação no curso do processo, incêndio doloso e resistência contra agentes públicos, entre outros crimes, de acordo com estudo técnico de três partidos.
O texto foi aprovado pela Câmara na madrugada desta quarta (18) por 291 votos a 148 e ainda terá que passar pelo Senado.
Atualmente, a legislação prevê que crimes cometidos com violência ou grave ameaça só terão progressão após o cumprimento de 25% da pena, caso o condenado seja réu primário. Isso elevaria o tempo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficaria em regime fechado e

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