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Cármen diz que democracia impõe transparência após ser escolhida para relatar código de conduta

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A ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), afirmou nesta segunda-feira (2) que a democracia impõe ética, transparência e eficiência. Mais cedo, durante a tarde, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin anunciou a colega como relatora da proposta de um código de conduta para os ministros da corte.
“Não há democracia sem um Judiciário independente e imparcial, mas a democracia também impõe ética, transparência e eficiência no atuar do poder sempre estritamente na legislação vigente”, disse ela durante discurso na abertura do ano judiciário na corte eleitoral.
Cármen defendeu a transparência da conduta de autoridades e o compromisso com julgamentos independentes dos interesses de partes. Disse ainda que a desconfiança nos

No TSE, Cármen Lúcia pede que juízes não recebam presentes
Presidente da Corte eleitoral faz recomendação para que “comportamento público e particular” dos magistrados não comprometa imparcialidade.
Durante a abertura do ano judiciário no Tribunal Superior Eleitoral nesta 2ª feira (2.fev.2026), a ministra Cármen Lúcia defendeu a intransigência com desvios éticos de juízes eleitorais. A ministra, anunciada como relatora da proposta de Código de Ética para ministros do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o “comportamento público e particular” dos magistrados não pode comprometer a confiança no Judiciário.
Na sessão, Cármen Lúcia apresentou uma lista com 10 recomendações para os magistrados eleitorais, vedando o recebimento de “presentes” e manifestações públicas que possam comprometer a im

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