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Caso Master: decisão de deixar celulares com PGR é vista no órgão como janela para reafirmar poder de investigação

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A decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar que a Procuradoria-Geral da República (PGR) fique com a guarda dos materiais apreendidos na operação contra supostas fraudes do Banco Master foi vista dentro do órgão como uma oportunidade de reafirmação da prerrogativa do Ministério Público de investigar crimes.
Historicamente, o Ministério Público Federal e a PF disputam protagonismo em investigações criminais.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, não pediu expressamente a Toffoli para guardar os materiais apreendidos, mas deixou claro, em sua manifestação sobre o tema, que a PGR tinha capacidade para extrair os dados dos celulares e analisá-los.
Ao mesmo tempo em que ofereceu a Toffoli uma alternativa, Gonet acenou para seus pares, com o fortal

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