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Centro-Oeste lidera renda média do Brasil com R$ 4.052

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Centro-Oeste lidera renda média do Brasil com R$ 4.052
Em 2025, a região superou a Sul, líder da renda per capita no país no ano anterior, segundo o IBGE
O Centro-Oeste teve, em 2025, o maior rendimento médio mensal real de todas as fontes do país, com R$ 4.052. A região superou o Sul, que ocupava a 1ª posição em 2024. Os dados são da Pnad Contínua: Rendimento de Todas as Fontes, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 2012, divulgada nesta 6ª feira (8.mai.2026).
O avanço também se destaca no longo prazo: em comparação com 2019, o rendimento médio da região acumulou alta de 18,1%, acima da média nacional de 8,6%. Enquanto isso, o Sudeste apresentou crescimento mais moderado no período, de 4,9% —abaixo da média do país—, o que ajuda a explicar o 3º lugar no ra

Bolsa Família atende 17,2% dos domicílios do Brasil
Percentual recua em 0,9 pontos percentuais em relação a 2024, mas segue 2,9 pontos percentuais acima de 2019
A proporção de domicílios brasileiros com beneficiários do Bolsa Família chegou a 17,2% em 2025. O percentual recuou 1,4 ponto percentual em relação aos 18,6% registrados em 2024, mas permanece 2,9 pontos percentuais acima do observado em 2019 (14,3%). Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta 6ª feira (8.mai.2026).
As regiões Nordeste (32,4%) e Norte (31,6%) registraram os maiores percentuais de domicílios beneficiados pelo programa social em 2025. Já a Região Sul teve a menor proporção do país, com 6,8% dos lares

Rendimento médio do brasileiro bate recorde e chega a R$ 3.367
Valor cresceu 5,4% em 2025, já descontada a inflação, e atingiu o maior nível da série histórica da Pnad Contínua do IBGE
O rendimento médio mensal real de todas as fontes no Brasil foi de R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pnad Contínua: Rendimento de Todas as Fontes, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 2012. O indicador, divulgado nesta 6ª feira (8.mai.2026), teve alta de 5,4% em relação a 2024, quando estava em R$ 3.195, mantendo a trajetória de recuperação após as perdas registradas durante a pandemia da covid-19.
Por se tratar de rendimento “real”, os valores estão ajustados pela inflação, o que permite a comparação ao longo do tempo em termos de poder de compra.
Em rel

Diferença entre ricos e pobres volta a subir no Brasil em 2025
10% mais ricos ganham 13,8 vezes mais que os 40% mais pobres, ante 13,2 em 2024; razão segue abaixo do pico pré-pandemia
A desigualdade de renda no Brasil voltou a subir em 2025, depois de recuar no ano anterior. A razão entre os rendimentos dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres chegou a 13,8 vezes, acima das 13,2 vezes registradas em 2024. Os dados são da Pnad Contínua: Rendimento de Todas as Fontes, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta 6ª feira (8.mai.2026).
Apesar do aumento da distância entre ricos e pobres, o indicador segue abaixo dos níveis registrados antes da pandemia de covid-19, quando a desigualdade atingia patamares mais elevados. O movimento indica uma reversão parcial da

Brasil tem 29,3 milhões de aposentados e pensionistas, diz IBGE
Benefícios chegam a 13,8% da população e lidera entre outras fontes de renda além do trabalho
Aposentadorias e pensões beneficiaram 13,8% da população brasileira em 2025, o que equivale a 29,3 milhões de pessoas. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) de 2025, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta 6ª feira (8.mai.2026).
No mesmo período, os programas sociais do governo alcançaram 9,1% da população, o equivalente a 19,4 milhões de pessoas. De 2024 a 2025, o indicador ficou praticamente estável e manteve nível superior ao observado em 2019 (6,3%).
Outras fontes de renda tiveram participação menor. Aluguel e arrendamento passaram de 2,0% em 2019 p

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