Como se constroem as trajetórias de meninas e mulheres na ciência

Como se constroem as trajetórias de meninas e mulheres na ciência
Análise mostra como o modelo dominante de ciência reproduz desigualdades de gênero e cuidado, mesmo com mais mulheres no sistema
Por Fernanda Staniscuaski, docente e pesquisadora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços: quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar.
Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas di
Fontes
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