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Defesa de Bolsonaro vai tentar provar ‘alucinação’ no episódio da tornozeleira

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A defesa de Jair Bolsonaro (PL) afirmou ao blog, nesta quarta-feira (26), que vai solicitar uma declaração formal da médica responsável para atestar os efeitos dos medicamentos tomados por Bolsonaro — entre eles pregabalina e sertralina, citados por ele na audiência de custódia, quando alegou ter passado por um “surto”.
A nova narrativa da defesa difere da versão dada pelo próprio Bolsonaro à diretora do Cime, Rita Gaio, ainda na madrugada do episódio: ali, o ex-presidente disse que tentou abrir o equipamento “por curiosidade”. No dia seguinte, na audiência de custódia, passou a atribuir a ação a uma “alucinação”.
O episódio da violação da tornozeleira — classificado como grave e confirmado por perícia que apontou uso de material de soldagem no dispositivo — foi um dos fundamentos usados p

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o único condenado preso permanentemente no edifício da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Ele passou a cumprir a pena de 27 anos a três meses de prisão nesta terça-feira (25), após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar o trânsito em julgado no caso — ou seja, que não cabem mais recursos no processo e a pena começou a ser executada.
Infográfico – Bolsonaro é preso na superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. — Foto: Arte/g1
A unidade da PF na capital federal tem uma carceragem provisória, pela qual podem passar outros réus. No entanto, Bolsonaro é o único caso de forma permanente.
Ele já estava detido no local desde o último sábado (22), após o ministro Alexandre de Moraes decretar a prisão preventiva por dois motivos:

Redes sociais têm maioria contrária à prisão de Bolsonaro
Levantamento da Brandwatch indica 55% das menções em defesa do ex-presidente
A plataforma Brandwatch identificou predominância de críticas à prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada no sábado (22.nov.2025) pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Segundo o monitoramento digital, publicado pelo jornal Folha de S. Paulo, o tema gerou mais de 3 milhões de menções nas principais redes sociais, sendo que 55% das publicações feitas de sábado até 2ª feira (24.nov) reprovaram a medida ou expressaram apoio ao presidente.
Dentro do grupo contrário à prisão, 25% das postagens classificaram a decisão como perseguição política ou atuação excessiva do STF. Cerca de 15% direcionaram as crític

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