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Direita se desarruma e abre a cena eleitoral

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A trombada foi feia, obrigou Flávio Bolsonaro (PL) a sair da inércia, levou o PT a acionar a artilharia antes do previsto, escancarou as divergências na direita e pode mudar o rumo da corrida eleitoral.
Em qual direção, ainda não sabemos. Depende do quão perigosas se mostrem as ligações do senador com o esquema de Daniel Vorcaro.
Decerto, temos apenas a comprovação de que sabem muito bem do que vêm falando olheiros qualificados do humor do eleitorado como Felipe Nunes (Quaest), Renato Meireles (Locomotiva), Antônio Lavareda (Ipespe) Murilo Hidalgo (Paraná) e MaurÃcio Moura (Ideia).
Todos eles têm alertado para a instabilidade do quadro. Aconselham a não dar como certa a consolidação da disputa e muito menos a vitória de um dos lados prévia e emocionalmente comprometidos

Passados quase três anos e meio do segundo turno da eleição presidencial de 2022, a maioria absoluta dos eleitores afirma não se arrepender do voto dado naquele pleito. à o que mostra nova rodada de pesquisa Datafolha.
Do total da amostra que respondeu à pergunta “Você se arrependeu ou não do seu voto para presidente em 2022?”, 91% dos entrevistados dizem que não se arrependem da escolha. Outros 8% afirmam o contrário.
Naquele ano, Lula (PT) encarou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), então no cargo, em uma disputa apertada que dividiu o paÃs. O petista venceu com 50,9% dos votos, contra 49,1% do seu adversário. Foi a eleição mais acirrada desde a redemocratização.
A distribuição é semelhante quando o resultado é discriminado por quem votou em cada candidato.
Entre os el

Daniel Vorcaro: “Fala irmãozão ro (sic) na igreja, terminando te chamo”. Flávio Bolsonaro: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!” Nesta troca de mensagens entre o maior fraudador financeiro da história do paÃs e o candidato da ultradireita à Presidência, “luz” tem novo sentido: dinheiro. Mais precisamente, R$ 134 milhões; destes, R$ 61 milhões já haviam sido destinados ao filme sobre Jair Bolsonaro e que, pelo visto, sumiram no caminho. Agora, o rachadão, farisaico: “O que tem demais?”
à outra maneira de dizer que presidir a República não requer moralidade nenhuma, nada é demais num espaço sem valor. Por isso, com a proximidade das eleições, agudiza-se a preocupação com a saúde da democracia entre nÃ

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