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É preciso ouvir o preto na democracia, dizem debatedores em lançamento de ‘A Palavra e o Poder’ no Rio

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à preciso ouvir o preto no debate da democracia. Essa foi a conclusão dos convidados à mesa de conversa do lançamento do livro “A Palavra e o Poder”, nesta terça-feira (4), no Rio de Janeiro.
A economista e advogada Elena Landau foi quem cunhou a frase. Referia-se, inicialmente, a Preto Zezé, representante da Cufa (Central Ãnica das Favelas), que afirmou a ela ainda não ter sido convidado pelos governos federal e estadual para conversar sobre violência e segurança pública desde a megaoperação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro.
Para os debatedores, a democracia brasileira, aos 40, ainda não alcançou o preto e a população das favelas e periferias, gerando a sensação de abandono por parte do Estado e de ressentimento sobre a violência, além do uso eleitoral, por todos

O PSOL adotará no ano que vem uma estratégia eleitoral pragmática, priorizando alianças para derrotar a direita e abrindo mão de candidaturas próprias sem viabilidade, se for necessário.
“Nosso objetivo nesta eleição não será o de utilizar a disputa com único intuito de projeção ou construção de figuras públicas”, diz resolução eleitoral aprovada pela Executiva Nacional do partido nesta segunda-feira (3).
De acordo com o documento, os estados deverão, quando possÃvel, “priorizar a unidade do campo progressista, desde o primeiro turno, em torno da disputa de governo que represente o melhor nome para derrotar a extrema-direita”.
O mesmo vale para disputas ao Senado. “Em relação ao Senado, o partido irá empreender esforços na sustentação de candidaturas que se aprese

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