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Eliana Calmon resgata episódios que justificam o código de ética

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Eliana Calmon esperou dez anos para publicar, em novembro último, um livro depoimento sobre o perÃodo em que foi a xerife do Judiciário (2010-2012).
O tempo é um “magnÃfico remédio que faz passar os rancores, as mágoas”, diz.
“O cargo que mais me realizou foi o de corregedora. Nele, fui do céu ao inferno”, afirma.
Eliana resgata várias práticas que poderiam ser desestimuladas num código de conduta para o Judiciário, como propõe o ministro Edson Fachin, presidente do STF.
O livro “Eliana Calmon no CNJ – Um depoimento em primeira pessoa sobre os desafios de fiscalizar a Justiça”, publicado pela editora Amanuense, traz episódios que o cidadão possivelmente desconhece ou esqueceu.
Exemplos antiéticos
O então presidente do STJ, Ari Pargendler, convocou sessão plenária, a pedid

Muitos se perguntaram o que Lula ganhou com o desfile em sua homenagem realizado pela Acadêmicos de Niterói no sambódromo do Rio de Janeiro no último domingo (15). Por que bancar uma aposta tão personalista, fazendo o PT correr riscos polÃticos incalculáveis?
Lula não é ditador. Mas seu ego personalista parece não ter limites, com conivência submissa de sua base. Um exercÃcio rápido de troca de personagens provaria o descalabro da aberração. Estaria correto Bolsonaro a aparelhar uma escola para exaltar sua vida e obra polÃtica em ano de eleição? Ainda mais com dinheiro público? Imagine o escândalo que seria entre as esquerdas, com razão.
Nem é preciso voltar tanto no tempo para ver que nossas esquerdas já foram mais coerentes. As atuais crÃticas à Acadêmicos de Niteró

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