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Fachin faz discurso sobre 8/1, diz que mundo vive crise democrática e Brasil é exemplo de resiliência

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Em evento no STF (Supremo Tribunal Federal) para lembrar os três anos dos ataques de 8 de janeiro de 2023, o ministro Edson Fachin disse que o Estado democrático de Direito “está em crise no mundo contemporâneo”, mas que o Brasil está “dando um grande exemplo de resiliência”.
“Nada obstante, a memória é um alerta e uma advertência, porquanto o preço da democracia e da liberdade é mesmo uma eterna vigilância”, disse o presidente do Supremo, em evento nesta quinta-feira (8).
Fachin fez um evento na sede do tribunal, cujo prédio foi o mais depredado da praça dos Três Poderes nos ataques golpistas. Ele estava ao lado de representantes de outros tribunais superiores, do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, e do presidente d

O senador Esperidião Amin (PP-SC) protocolou nesta quinta-feira (8) um projeto que pede a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
O senador foi o relator na Casa do projeto de lei que reduz as penas aos envolvidos nas manifestações de três anos atrás. Ele havia anunciado que apresentaria texto pela anistia em caso de veto do presidente Lula (PT) âo que aconteceu nesta quinta.
“A dosimetria é o mÃnimo para reduzir a tensão no paÃs. E a anistia é um compromisso de pacificação. Nunca concordei que fosse a dosimetria a solução para enfrentar o que aconteceu no dia 8 de janeiro “, afirmou o senador à coluna.
Em seu projeto, Amin pede anistia aos processados ou condenados no STF (Supremo Tribunal Federal ) envolvidos nos eventos do dia 8 de janeiro de 2023, desde

Lewandowski pede demissão do cargo de ministro da Justiça
Ministro deixa o cargo por razões pessoais; demissão tem efeitos a partir da 6ª feira (9.jan) e abre a reforma ministerial de 2026
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, 77 anos, pediu demissão do cargo nesta 5ª feira (9.jan.2026), depois de participar da cerimônia em memória aos 3 anos dos atos extremistas do 8 de Janeiro, realizada no Palácio do Planalto.
O pedido foi formalizado em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No documento, Lewandowski afirma que deixa o cargo “por razões de caráter pessoal e familiar”, com efeitos a partir da 6ª feira (9.jan).
Na carta, o ministro diz ter exercido a função “com zelo e dignidade”, apesar das “limitações políticas, conjunturais e orçamentária

“Não aceitamos ditadura civil nem militar”, diz Lula
Para o presidente, os atos de 8 de Janeiro de 2023 terminaram com a derrota de um projeto que desprezava a vontade popular
Em cerimônia de defesa do Estado Democrático de Direito, nesta 5ª feira (8.jan.2026), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse não aceitar “ditadura civil, nem militar”. O evento marcou os 3 anos da invasão e da depredação dos Três Poderes, em Brasília.
Lula declarou que os atos golpistas de 8 de Janeiro representaram uma tentativa de restaurar o regime autoritário no Brasil. Segundo ele, o episódio terminou com a derrota de um projeto que desprezava a vontade popular e defendia a ditadura. “O que nos queremos é a democracia, emanada pelo povo e para ser exercida pelo povo”, afirmou.
Assista (2min40s):
Lula

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