Família de operário morto pela ditadura terá atestado com causa real da morte após 50 anos

Os atuais moradores do sobrado número 155, da rua Coronel Rodrigues, em Sapopemba, zona leste de São Paulo, não sabem ao certo quem foi Manoel Fiel Filho. Nem que há 50 anos, num sábado de janeiro de 1976, estacionou na porta daquela casa um táxi com dois homens que entregaram um saco preto com roupas e sapato e disseram: “O seu Manoel se suicidou”.
Um dia antes, na sexta-feira, Manoel saÃra cedo de casa, como todos os dias, para trabalhar na fábrica Metal Arte, no bairro da Mooca, também na zona leste. Por volta das 9h, dois homens chegaram ao local, identificaram-se como agentes do Dops, o Departamento de Ordem PolÃtica e Social, e pediram para falar com ele. Disseram que o funcionário teria que acompanhá-los para um interrogatório e que logo voltaria.
Da fábrica, seguiram pa
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