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Gonet perdeu força entre governistas antes de votação, e mobilização de última hora o garantiu na PGR

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Paulo Gonet perdeu força entre governistas no Senado pouco antes da votação que conferiu a ele mais dois anos à frente da PGR (Procuradoria-Geral da República) na quarta-feira (12). Foi preciso uma mobilização de última hora para garantir sua recondução ao cargo, com a menor margem desde a redemocratização.
O esforço envolveu a defesa do procurador-geral durante a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), aceno à oposição no plenário e ação direta de alguns dos senadores mais influentes, principalmente do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
A atuação da PGR no processo da trama golpista, que culminou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão, inviabilizou o apoio da maior parte da oposição a Gonet. Ain

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